quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Carpe Diem.


Carpe Diem, vive o dia, vive o momento. Vive. 
Da teoria à prática vai uma distância enorme, e embora saibamos a teoria de cor, o certo é que nem sempre a colocamos em prática tal como devíamos. Vivemos o dia-a-dia na espera do amanhã. Vivemos a fazer planos, a adiar o que se queria fazer hoje, para amanhã. Vivemos cada dia a pensar num futuro que idealizamos, um momento que não está e não é presente. Um momento que não sabemos se chegará, mas em prol do qual abdicamos de momentos, de pequenos prazeres, hoje. Até esse Carpe Diem fica adiado até amanhã. Até depois de amanhã. Estranhamente, ou até erradamente, até que a vida o permita. Pensamos nós.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Os planos também falham.

No início, o medo de falhar. O medo de sonhar e de chegar a lado nenhum. O medo das expetactivas defraudadas. No início, enche-se o peito de ar, carregado de coragem. E avança-se. Tantos passos depois, poder-se-á perceber que a sensação de ter falhado começa a ser uma constante nos nossos dias. Ao adormecer, a ideia de que "amanhã vai ser melhor". No final do dia seguinte, os suspiros carregados de uma sensação de impotência perante aqueles que acreditaram em nós e a confirmação de que não foi melhor. E surge a vontade de desistir. Virar costas, seguir. De não mostrar a evidência que se carrega no olhar, de que um sonho não foi concretizado. Mas somos impelidos a não desistir já. A insistir e persistir mais um pouco, a não baixar os braços e a ainda a acreditar que, de facto, "amanhã vai ser melhor", ainda que seja apenas para acalmar a alma, um pouco. Até ao dia seguinte. Até ao momento em que essas palavras deixem de fazer sentido, por completo, soando apenas a uma ideia tonta de quem arriscou, sem sucesso algum.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Questionar ou não questionar.

Olhar para trás e colocar em causa as decisões que tomamos e as consequências das mesmas. Tentar perceber se podia ter sido diferente. Saber que só fica quem quer e que a atenção não se deve mendigar. Que a amizade verdadeira não é esquecimento e não escolhe lados (ou pessoas, como partidos). E assim, escolher ficar no nosso espaço, com o que nos pertence, de verdade. Não arriscar momentos, não arriscar a certeza de que não é mais como antes, escolher antes a suspeita de que assim seja. Saber que a nossa decisão não podia ter sido outra, mas desejar que as consequências da mesma tivessem sido bem diferentes. Ou experimentar a sensação de que aquele não é mais o nosso mundo porque, na verdade nunca foi e é por isso que hoje já lá não estamos. É por isso que, o facto de já lá não estarmos, não afecta os demais. Não fazemos falta. Porque não era nosso, embora custe.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

A coisa anda paradita...

... e eu sem grandes ideias para escrever o que seja aqui. Por aqui chove (para não variar, começo a odiar chuva com todas as minhas forças!), e anseia-se pelo fim-de-semana. Sinto-me cansada e sem paciência para grandes histórias... e por isso, creio que os planos que existem para o feriado, a correrem bem, me farão maravilhas! Só mais um pouquiiiiinho! E, se possível, um pouco de solinho para quebrar esta rotina! Bom resto de semana!!

terça-feira, 15 de abril de 2014

Sim!

No seguimento do post anterior... A decisão está tomada! É uma oportunidade única e, como tal, vou aproveitar! Como alguém disse, não me quero arrepender de algo que não fiz! No entanto, e como a opinião da minha família é importante, não o poderia fazer sem o apoio de cada um deles, pelo que, antes de decidir o que fosse, optei por partilhar com eles. As amigas chamaram-me maluca. Louca, foi mesmo o termo usado. Vai ser uma aventura e tanto! E eu estou muiiito ansiosa!! Venha Junho!!

Destino: Croácia. 
Meio de transporte: Mota.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Então e agora?

De vez em quando tenho que me decidir relativamente a questões importantes (eu e o resto do mundo...). E eu, uma pessoa que é capaz de ser bastante indecisa, que pensa nos prós e contras, que adormece a pensar nisso, acorda a pensar nisso... Não sei mesmo que faça. É que não sei, mesmo!! 
Sim ou não?!!

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Venham mais 27...!

... e que todos os que me felicitaram permaneçam comigo. Mesmo os que apenas se lembraram ou souberam devido ao FB. É bom saber que há quem não se esqueça do meu aniversário, quem faça questão de ligar para felicitar. Depois, há aquelas pessoas que pensamos que não se esqueceriam de nos felicitar, mas que se esqueceram. Apesar dos anos de amizade e de tudo o que se partilhou. Mas isso, digo eu, acaba por acontecer. E o mais importante é que foi um bom dia e que estiveram perto de mim as pessoas mais importantes da minha vida, à excepção do meu irmão, que chega apenas para a semana. 
Um beijo do Pai, da Mãe e da Irmã. 
Um beijo da Irmã emprestada e da melhor amiga.
Um beijo do namorado que veio de longe, apenas para estar presente neste dia.
Flores pela manhã.
Estar com as mulheres da minha vida todo o dia
Um mesa completa, cadeiras todas ocupadas. 
Que venham mais 27 e que todos eles estejam a meu lado! (Até gosto do número... mas começo a achar que isto está a ir depressa demais!!)