quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Carpe Diem.


Carpe Diem, vive o dia, vive o momento. Vive. 
Da teoria à prática vai uma distância enorme, e embora saibamos a teoria de cor, o certo é que nem sempre a colocamos em prática tal como devíamos. Vivemos o dia-a-dia na espera do amanhã. Vivemos a fazer planos, a adiar o que se queria fazer hoje, para amanhã. Vivemos cada dia a pensar num futuro que idealizamos, um momento que não está e não é presente. Um momento que não sabemos se chegará, mas em prol do qual abdicamos de momentos, de pequenos prazeres, hoje. Até esse Carpe Diem fica adiado até amanhã. Até depois de amanhã. Estranhamente, ou até erradamente, até que a vida o permita. Pensamos nós.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Bipolar, é como me sinto.

Oscilando entre o positivismo e o negativismo. Entre a vontade de continuar e a desistir já. Queria manter-me apenas assim, positiva. A acreditar em dias melhores. Seria bastante mais fácil, os dias seriam mais leves, passariam de forma mais agradável. Mas não consigo manter-me assim e, de vez em quando (muitas mais vezes do que as que gostaria), já estão os meus pensamentos onde não devem, a tornar a passagem do tempo vagarosa e um até dolorosa. A tornar o adormecer difícil e o sono mais sobressaltado. 
Não quero olhar para o lado. É errado e gera sentimentos negativos. Quero apenas focar-me naquilo que de bom tenho: uma família que me ama, um namorado que me quer muito, um sobrinho a caminho, amigos (poucos, mas bons), experiências inesquecíveis que serão sempre minhas, paz, um tecto... Devia ser tão mais fácil focar o que de bom temos, ao invés de apenas lembrarmos o que correu ou corre mal. Devia, mas dependendo de nós apenas mudar a nossa forma de estar e de ver o que nos rodeia, o mais certo é continuarmos no desejo, oscilando entre dois extremos, enquanto não conseguimos reeducar a nossa mente.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Os planos também falham.

No início, o medo de falhar. O medo de sonhar e de chegar a lado nenhum. O medo das expetactivas defraudadas. No início, enche-se o peito de ar, carregado de coragem. E avança-se. Tantos passos depois, poder-se-á perceber que a sensação de ter falhado começa a ser uma constante nos nossos dias. Ao adormecer, a ideia de que "amanhã vai ser melhor". No final do dia seguinte, os suspiros carregados de uma sensação de impotência perante aqueles que acreditaram em nós e a confirmação de que não foi melhor. E surge a vontade de desistir. Virar costas, seguir. De não mostrar a evidência que se carrega no olhar, de que um sonho não foi concretizado. Mas somos impelidos a não desistir já. A insistir e persistir mais um pouco, a não baixar os braços e a ainda a acreditar que, de facto, "amanhã vai ser melhor", ainda que seja apenas para acalmar a alma, um pouco. Até ao dia seguinte. Até ao momento em que essas palavras deixem de fazer sentido, por completo, soando apenas a uma ideia tonta de quem arriscou, sem sucesso algum.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Questionar ou não questionar.

Olhar para trás e colocar em causa as decisões que tomamos e as consequências das mesmas. Tentar perceber se podia ter sido diferente. Saber que só fica quem quer e que a atenção não se deve mendigar. Que a amizade verdadeira não é esquecimento e não escolhe lados (ou pessoas, como partidos). E assim, escolher ficar no nosso espaço, com o que nos pertence, de verdade. Não arriscar momentos, não arriscar a certeza de que não é mais como antes, escolher antes a suspeita de que assim seja. Saber que a nossa decisão não podia ter sido outra, mas desejar que as consequências da mesma tivessem sido bem diferentes. Ou experimentar a sensação de que aquele não é mais o nosso mundo porque, na verdade nunca foi e é por isso que hoje já lá não estamos. É por isso que, o facto de já lá não estarmos, não afecta os demais. Não fazemos falta. Porque não era nosso, embora custe.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Não sei quem é a Anna...


... mas parece ter idade para ter juízo. Só não percebo como é que ela não se apercebeu do ridículo do video clip, da letra da música, da sua voz... Vai Anna. És a maior. Pelo menos, é isso que deves pensar.

terça-feira, 29 de abril de 2014

Parece que hoje é o dia internacional da Dança.

Eu gosto de dançar. E quando falo em dançar, não falo em abanar a cabeça apenas, ao som de uma qualquer música que apenas serve para isso mesmo: abanar a cabeça... Como tal, música techno, electrónica e afins, não são do meu agrado. De vez em quando, sinto falta disso e lá tento arrastar alguém comigo para um pézito de dança... Há noites em que tenho sucesso, outras nem por isso... Mas o gosto mantém-se. Ainda era menina para aprender danças de salão e mantenho o meu fascínio pela kizomba... a verdadeira.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

A coisa anda paradita...

... e eu sem grandes ideias para escrever o que seja aqui. Por aqui chove (para não variar, começo a odiar chuva com todas as minhas forças!), e anseia-se pelo fim-de-semana. Sinto-me cansada e sem paciência para grandes histórias... e por isso, creio que os planos que existem para o feriado, a correrem bem, me farão maravilhas! Só mais um pouquiiiiinho! E, se possível, um pouco de solinho para quebrar esta rotina! Bom resto de semana!!