segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

E de momento, é só isto.

Não sou pessoa de balanços, pelo que, prefiro olhar em frente e acreditar que 2014 vai ser um ano muito bom!!
Bom ano!!

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

A casa ainda não está cheia.

Mas falta pouco. Muito pouco! A melhor prenda deste Natal será essa mesmo... casa cheia! Todos por perto, não à distância de um telefonema (e de um aperto no peito), mas antes à distância de uns quantos passos (e de um abraço apertado!)!

(imagem retirada da internet)

A todos um Feliz Natal!

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Há dias difíceis.

Dias em que, por motivos de força maior, nos vemos obrigados a passar por experiências menos boas, só para ter a certeza de que tudo está bem... e que, não estando, se sabe qual o caminho que é necessário seguir. Pensa-se que acontece apenas às outras pessoas, esquece-se que somos tão frágeis, tão susceptíveis quanto os demais. Quando se percebe que não se é assim tão superior, tende-se a guardar para nós o quão frágil, na verdade, se é. De igual forma, se esconde o medo que se sente perante uma possibilidade com a qual, a verificar-se, não se saberá lidar. Nesses dias, um abraço acalma, um beijo atenua, um ombro descansa... Quando a distância impede qualquer um deles, esses dias difíceis teimam em passar vagarosamente, em ser mais pesados, mais agressivos. São promessas adiadas, cujo anseio evidente suporta a lentidão de um tempo que se quer rápido.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

E que tal um calendário com gajas nuas?!!

Nahhh... Que seja um calendário com os 12 padres mais atraentes do Vaticano!! 
Parece que não é novidade mas, por cá, ainda não tinha sido notícia. De qualquer forma, o calendário de 2014 já se encontra disponível. 

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Fico chateada.

Acho que há coisas que não se fazem. Colocar fotos de farturas, bolos e afins (daquelas coisinhas que não se devem comer, mas que apetecem mesmo!) no Facebook, à hora do lanche, é uma delas. Embora seja mais de salgados, que de doces... Tenho fome... e vontade de comer! Tudo junto! Enfim, pondero seriamente bloquear esta gente!!

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Percebo a confiança que têm em mim quando...

.. se comenta a notícia de que perto de casa ocorreu um atropelamento, seguido da fuga do condutor, e a minha mãe diz: - " Tinhas acabado de sair de casa, até fiquei assustada!!" (Sim, saí de carro.)

Enquanto o autocarro não chega...

 
Uma olhadela em volta a ver se ninguém está a observar... E vamos lá curtir aqui o som! Não há cá bate pé, apenas... a coisa é para ser levada a sério!

Da distância.

Existem distâncias opcionais, oferecidas pela vontade. Existem distâncias que nos são impostas, pelas circunstâncias. Quanto a estas, nesse espaço que vai daqui a ali, vamos aprendendo a lidar com a ausência de quem, em palavras rápidas, se confessa chateado, se confessa cansado, se confessa bem, se confessa feliz. Confessa saudade. Vamos mitigando a ideia dos quilómetros que se impõem, numa tentativa de nos abstrairmos da passagem do tempo, na certeza de que nos veremos, um dia. Naquele dia. A data está marcada. Até lá, é como se a distância fosse diminuindo todos os dias, um pouco.

domingo, 1 de dezembro de 2013

E hoje...

"Com um olhar que desarma, o tempo ficou suspenso. A racionalidade derrotada, perante um impulso tão genuíno quanto as presenças, de cada um de nós, ali. Dois corpos vencidos perante o insondável trilho dos acontecimentos. E hoje, sem arrependimentos."

(imagem retirada da internet)

terça-feira, 26 de novembro de 2013

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

E não devíamos todos aprender?

 
Aprender a ser mais e melhor, mas acima de tudo, acreditar que dentro de nós existe sim um verão invencível. Saber procura-lo, encontra-lo, saber vivê-lo, mesmo nas profundidades de um inverno que parece não ter fim e que, mais que o corpo, nos gela, a alma. Devíamos todos aprender. Finalmente aprender.
 

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Adam, Adam...





Fazias-me tãoooooooooo feliz....!!!

Duas soluções.



Vou escolher a segunda. Depois da minha escolha, passará a existir apenas um caminho, mas apenas a mim dirá respeito. Um dia , pareceu-me mais que acertado escolher o tempo, alimentando o secreto desejo de que ele pudesse trazer uma mudança, ao invés de uma revelação. Não trouxe mudanças, talvez nem uma verdadeira revelação... mas antes a inevitável aceitação de que, não é suposto acontecer. Nunca foi. Até os sentimentos. Vou ignorar o facto de que estes se podem fingir. Vou apenas pensar que não era suposto acontecer. Vou apenas pensar que não era suposto acontecermos. **

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Já decidi.

Logo vou dar uma corridinha. Se o ipod tiver bateria, pois que correr sem música não dá com nada. Uma pessoa precisa de ânimo, incentivo. E de ouvir aquela voz sexy a dizer quantos minutos passaram. Se não tiver bateria, nada feito. A vida é feita de prioridades.
 
(imagem retirada da net)

Sinto....

Sinto-te a falta. Sinto tanto a tua falta.... ***

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Falta algo!

Ele tem um Audi (daqueles descapotáveis, coisa fina) que lhe foi oferecido pelo pai e outro carro, um último modelo de uma marca qualquer (cujo valor de compra devia dar para um T1). Ele tem um telemóvel topo de gama. Ele viajou, conheceu não sei quantos países (e deles só se lembra das bebidas e das mulheres). Ele tem uma mota, mas pondera comprar outra. Estas informações chegaram a título gratuito, quando ele abriu a boca e tentou estabelecer um diálogo. Pois que eu não percebo nada de carros, de motas, e a alta tecnologia não me fascina. Muito menos me fascina a importância elevada que dá a tudo isso e a pouca cultura (ou inteligência) que me pareceu ter (correndo sempre o risco de estar errada, claro...). O diálogo passou a monólogo. E curto! Do tanto que disse ter, fiquei com a sensação de que lhe falta tudo.  

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Aqueles dias.

"Aqueles dias em que a noite teima em ser como a tarde, como a manhã. Em que sentimos que não devíamos ter saído de casa hoje, ter feito ontem, ter dito anteontem. Aqueles dias em que se perde a noção daquilo com que se pode contar e não há esforço no sentido de a encontrar. Aqueles dias em que longe não se faz perto, e se percebe que existem distâncias que não se encurtam, porque assim alguém o quer. Aqueles dias em que se tem vontade de mandar parar o carrossel da vida, por não se estar a gostar da viagem. Aqueles dias em que o medo volta e impera. Aqueles dias que vão repetir-se. Dias como o de hoje."

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Ser longe.


Quando for grande, quero ser de outra maneira. Quero ser longe. 
Eu respondia: ninguém é longe. As pessoas são sempre perto de alguma coisa e perto delas mesmas. 
A minha irmã dizia: são. Algumas pessoas são longe. Quando for grande quero ser longe.

Valter Hugo Mãe, in A desumanização.

(imagem retirada da internet)


Habituava-me facilmente a esta vida!!

16.00h. Namorados a passear, mulheres que passeiam os seus animais de estimação, homens que correm, bicicletas de um lado para o outro, surfistas. Tudo muito saudável, corridinha, caminhada, surf, ciclismo... E eu, alapada na esplanada à beira mar, a levar com aquele solinho maravilhoso na cara, e a exercitar apenas a visão...



terça-feira, 12 de novembro de 2013

Tudo ou nada!


Engano acertado.

Eu (pessoa cuja capacidade de orientação deixa bastante a desejar, e bastante, é favor), enganei-me e optei pela saída errada de uma rotunda. Dessa, fui ter a outra, seguindo por outra... Depois, lá virei à direita, depois à esquerda (por uma estrada manhosa, manhosa), e lá fui ter ao local que desejava, por forma a conseguir voltar para a terrinha. Mas antes, ouvi o comentário " - Este é o percurso mais rápido e mais curto, e eu nunca me lembro de vir por aqui!".Caso para dizer que foi um daqueles enganos bons, sendo certo que a pessoa que ia a meu lado conhece perfeitamente a minha incrível capacidade de me perder em qualquer lugar e com a maior das facilidades. Por isso, perguntou-me se tinha sido propositado... E eu lá confessei, a muito custo, depois de tamanho brilharete, que não...! 
Ultimamente, como tenho conduzido mais por locais onde passei escassas vezes, começo a desenhar mentalmente o trajecto, por forma a evitar perguntar, uma e outra vez, " - Então, e agora?", mas acabo sempre por confundir saídas e rotundas e cruzamentos... Gostava de possuir a capacidade de me orientar facilmente. Gostava mesmo. Mas não possuo. Vida triste. 

domingo, 10 de novembro de 2013

Ah e tal...

M. - ... mas vamos ao S. Martinho, provar o vinho, ou não?
P. - Oh, deve estar muita confusão hoje... Vamos esperar por um dia mais sossegado!
M. - E então, que vai ser da nossa vida?
P. - Vamos à São, provar as Super que chegaram no carregamento de ontem!!
M. - Também serve, vá.

Gosto de gente assim. Resolvida.

Incertezas.

Saber se devia ter falado ou se devia ter calado. Saber se devia ter dado importância à situação ou, simplesmente, ter deixado que a mesma se desvanecesse. Saber se, de facto, sentes que não tens importância, como afirmaste, ou se essa foi apenas uma forma de tornar a situação mais favorável para ti, criando vulnerabilidade. Saber se fiz o correcto, e saber o porquê deste receio de ter magoado alguém, neste diz que disse que é sempre uma verdadeira treta.   

sábado, 9 de novembro de 2013

As noites de sábado.

Já foram de indecisão - onde ir, onde não ir, se vestir isto, se vestir aquilo - de horas bem tardias, de pequenos-almoços à hora em que a pastelaria abria. Consequentemente, os domingos eram dia de descanso, depois de noites prolongadas. Hoje, sei que estou diferente (como, de resto, sempre, de alguma forma, me senti). Sei que alguns seguiram caminhos opostos ao meu. Sei que alguns já não são apenas um. Outros, continuam com a mesma rotina. Hoje é sábado à noite e eu não me preocupei com o local onde ia ou não ia. Muito menos me preocupei com o que vestir. Sou eu, o sofá e uma manta. Chuva e frio lá fora. Hoje é sábado à noite.  

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

A avaliação que fazem de nós.

De forma mais ou menos intensa, penso que cedemos sempre à tentação de querer saber o que acham de nós. A nível pessoal, a nível físico, a nível relacional... a todos os níveis. Existem pessoas com as quais nos estamos pouco importando, sendo que o que pensam acerca de nós, em nada revela. Seja porque um dia nos desiludiram, de alguma forma, seja porque mostraram não ser merecedores do que podíamos (queríamos) oferecer. Seja porque a forma como se apresentam perante a vida é de tal forma distinta da nossa, que não faz sentido ter interesse em saber a sua opinião. No entanto, existe sempre alguém cuja opinião acerca de nós mesmos nos importa verdadeiramente. Ou porque se quer agradar a essa pessoa, ou porque à mesma se deve a simples tentativa de ser sempre mais e melhor. De não parar. O pai, a mãe. O irmão, a irmã, os amigos. Porque a estes, achamos sempre dever do melhor que podemos ser, do melhor que possamos conseguir. E esse sentimento será tão natural quanto a vontade que tivermos de retribuir tudo o que essas pessoas, individualmente ou colectivamente, no dia-a-dia, nos momentos especiais, são capazes de nos oferecer. 
Não obstante, talvez guardemos um secreto receio de que terceiros nos avaliem negativamente, e, com isso, sintamos que, um dia, não fomos bastantes, por culpa nossa apenas, para alguém que escolheu não ficar. Talvez.   

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Inesperado.

"Segue o teu destino,
Rega as tuas plantas,
Ama as tuas rosas.
O resto é a sombra
De árvores alheias.

A realidade
Sempre é mais ou menos
Do que nós queremos.
Só nós somos sempre
Iguais a nós-próprios.

Suave é viver só.
Grande e nobre é sempre
Viver simplesmente.
Deixa a dor nas aras
Como ex-voto aos deuses.

Vê de longe a vida.
Nunca a interrogues.
Ela nada pode
Dizer-te. A resposta
Está além dos deuses.

Mas serenamente
Imita o Olimpo
No teu coração.
Os deuses são deuses
Porque não se pensam.

Ricardo Reis, 1-7-1916"



Gosto.



E o dia foi...

... cansativo. Começou com a avaria do carro. Vem reboque, vai reboque. Vai buscar carro de substituição. Ruma-se do Norte. Almoça-se tarde e a más horas. Aí vai ela, bota de biqueira de aço, capacete e colete reflector. E aí vem ela, pensam. Mas não sabem quem ela é. É engraçado observar como as pessoas, discretamente - pensam elas - tentam chegar às respostas das perguntas que não querem fazer. Caminha-se para um lado, para o outro. Tomam-se apontamentos, observa-se. Ouvem-se comentários que era suposto não se ouvirem e lê-se um "ups!!" no olhar de quem os fez. 
A vida dá voltas. Surgem oportunidades, perdem-se oportunidades. Mas sim, a vida dá voltas, e com elas podemos sair derrotados, mas também podemos sair fortalecidos. 

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Diz que sim.

Que amanhã é dia de rumar aos arredores de Lisboa e de levar os apetrechos. 
Existirá algo mais sexy?

(imagem retirada da net)

Da saudade.

Tenho saudades. De ti e de ti. Assim o disse. Disse que vos amava, que sinto a vossa falta, que sinto saudades. As chamadas não tardaram a chegar, com um "está tudo bem?" carregado de preocupação. A estranheza de um sentimento que se sabe existir mas que, raramente, se coloca em palavras. Estava tudo bem. Quase tudo bem. As saudades são mesmo assim, uma constante, não apenas para mim, mas para todos aqueles cuja partida se tornou uma inevitabilidade em face daquilo que é o nosso país. Tornou-se um país de despedidas. Daqui, até ao Natal, do Natal até, quem sabe - com muita sorte - até Julho. Daqui... até um dia. 
Sim, também tenho saudades tuas. Também sinto a tua falta. A diferença é que não partiste para outro país. Mas, de ti, nem um movimento suspeito, nem preocupação. Nem sinal. E isso, deve bastar. Tem que bastar. 

Boa noite!

"Keep your eyes on the stars and your feet on the ground." 

(imagem retirada da net)

sábado, 2 de novembro de 2013

Esperar.

Esperar é uma "arte" que, nem de perto, nem de longe, domino. Esperar sempre foi, para mim, um sacrifício em maior ou em menor medida, conforme espero uma palavra, um gesto, um momento ou uma pessoa. A espera pode, nem sequer, ser justa. Há palavras que, de nenhuma forma, chegam, há gestos que não acontecem, momentos que não se concretizam e pessoas que não aparecem. Mas, ainda assim sendo, tivemos a audácia de esperar. No fim, resta o reconhecimento inevitável do nosso mau hábito. Pensar receber na medida em que se dá, nas palavras, gestos...ou sentimentos. Sim, é um mau hábito. E depois fica este...vazio. 

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Parece-me que sim!


São palavras que se encontram no museu da Heineken, em Amsterdam. De facto, algo estava a acontecer. Quatro amigas, uma aventura enorme.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Uma bem difícil...

Como se desiste de alguém que se ama?

Tenho uns óculos novos.

Cada vez mais cegueta, fui obrigada a trocar de lentes e, aproveitando uma promoção, comprei nova armação. Os meus olhos - ranhosos que só eles! - decidiram desenvolver uma infecção que levou o oftalmologista a aconselhar-me (forma simpática de dizer) a esquecer as lentes de contacto por uns tempos (largos, entenda-se...). Lentes às quais eu estava mais que habituada, embora fosse capaz de as perder com uma facilidade imensa... Como tal, tenho uns óculos novos e tenho de andar com eles desde que acordo até que me deito! Felicidade!! Mais feliz ainda, fiquei quando cheguei a casa e ouvi o meu pai dizer pareciam as rodas de um tractor (e poderia ele escolher melhor objecto comparativo para frisar o tamanho que os óculos têm??!!)! Mas depois sossegou-me, afirmando que, tenho nariz suficiente para eles. Sim Pai, és o maior e eu também te amo do fundo do coração. De verdade! 
Assim de repente... passei uma imagem fantástica da minha pessoa, certo? :)

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Isto de trabalhar com homens...

... tem as suas vantagens. Já nos tempos de faculdade tinha a mesma opinião. Sempre foi mais fácil planear o trabalho e concretizar o mesmo. Essa certeza ganhei quando tive que elaborar um trabalho, durante um semestre inteiro, tendo como colegas de grupo quatro homens. Com descontracção, mas seriedade. Mas, acima de tudo, com uma disponibilidade para ajudar inquestionável. Se necessário, todos paravam o que estavam a fazer para ajudar outro a resolver uma questão que fosse. E os debates, sempre acesos, sempre repletos de exemplos práticos com pormenores saídos de não sei onde, que levavam à gargalhada. Mas entendemo-nos. E entendemo-nos muito bem. Acima de tudo, ninguém desistiu de ninguém e avançámos em conjunto. Sem competição. No final, todos queríamos a certeza de que estávamos em sintonia semelhante. Valia sempre a pena parar e repetir o que tinha sido dito. Partilhar os pontos de vista e ter a certeza de que, no momento em que nos chamassem a, individualmente, prestar prova oral, todos nos saíssemos bem. E isso aconteceu, de facto. Pessoalmente, fiquei orgulhosa de todos nós. Fiquei orgulhosa por termos tido a capacidade de dialogar e de não confundir prioridades. E isso, foi o que de melhor ficou dos meus tempos de faculdade. Os amigos que nunca desistiram de mim e com quem sempre pude contar. Os amigos dos quais nunca desisti e que, ainda hoje, apesar de casados, com filhos e uma vida intensa, se importam comigo! Os amigos que, ainda hoje, me pedem a minha opinião acerca de um qualquer assunto, profissional ou não. Os amigos que quero sempre encontrar, com quem queremos sentar e conversar. Isso foi o que de melhor retirei dos meus tempos de faculdade. E hoje, as saudades desses tempos e deles!

Hoje, mantenho a mesma opinião. Sem complicar, com calma, sem competir, porque o importante são os resultados: os melhores. E se juntos somos mais capazes de os alcançar, porquê desperdiçar essa oportunidade? Porquê querer "brilhar" a sós, quando o risco de se falhar é maior?

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Pois há!


Um café, por favor!

Bem quente, que a chuva que cai lá fora, de forma incessante, a isso convida. Um café, bem quente, saboroso e um amigo por perto. Ou um bom livro que nos transporte para outro local diferente deste. Pode ser à beira-mar, incluir abraços e projectos conjuntos. Pode incluir sorrisos e olhares cúmplices, piadas básicas, mas não menos importantes, uma mesa repleta de louça, uma sala repleta de cadeiras, revelando casa cheia, e a segurança que um amigo de verdade nos faz sentir. Pode incluir todo o mundo de sonho para onde nos transportamos secretamente, fugindo, ainda que de forma fugaz, da realidade com que somos presenteados no dia-a-dia. Sem abandonar o que de doce nos oferece. Um café, um amigo e um bom livro que possamos partilhar, por favor.