quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Parece-me que sim!


São palavras que se encontram no museu da Heineken, em Amsterdam. De facto, algo estava a acontecer. Quatro amigas, uma aventura enorme.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Uma bem difícil...

Como se desiste de alguém que se ama?

Tenho uns óculos novos.

Cada vez mais cegueta, fui obrigada a trocar de lentes e, aproveitando uma promoção, comprei nova armação. Os meus olhos - ranhosos que só eles! - decidiram desenvolver uma infecção que levou o oftalmologista a aconselhar-me (forma simpática de dizer) a esquecer as lentes de contacto por uns tempos (largos, entenda-se...). Lentes às quais eu estava mais que habituada, embora fosse capaz de as perder com uma facilidade imensa... Como tal, tenho uns óculos novos e tenho de andar com eles desde que acordo até que me deito! Felicidade!! Mais feliz ainda, fiquei quando cheguei a casa e ouvi o meu pai dizer pareciam as rodas de um tractor (e poderia ele escolher melhor objecto comparativo para frisar o tamanho que os óculos têm??!!)! Mas depois sossegou-me, afirmando que, tenho nariz suficiente para eles. Sim Pai, és o maior e eu também te amo do fundo do coração. De verdade! 
Assim de repente... passei uma imagem fantástica da minha pessoa, certo? :)

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Isto de trabalhar com homens...

... tem as suas vantagens. Já nos tempos de faculdade tinha a mesma opinião. Sempre foi mais fácil planear o trabalho e concretizar o mesmo. Essa certeza ganhei quando tive que elaborar um trabalho, durante um semestre inteiro, tendo como colegas de grupo quatro homens. Com descontracção, mas seriedade. Mas, acima de tudo, com uma disponibilidade para ajudar inquestionável. Se necessário, todos paravam o que estavam a fazer para ajudar outro a resolver uma questão que fosse. E os debates, sempre acesos, sempre repletos de exemplos práticos com pormenores saídos de não sei onde, que levavam à gargalhada. Mas entendemo-nos. E entendemo-nos muito bem. Acima de tudo, ninguém desistiu de ninguém e avançámos em conjunto. Sem competição. No final, todos queríamos a certeza de que estávamos em sintonia semelhante. Valia sempre a pena parar e repetir o que tinha sido dito. Partilhar os pontos de vista e ter a certeza de que, no momento em que nos chamassem a, individualmente, prestar prova oral, todos nos saíssemos bem. E isso aconteceu, de facto. Pessoalmente, fiquei orgulhosa de todos nós. Fiquei orgulhosa por termos tido a capacidade de dialogar e de não confundir prioridades. E isso, foi o que de melhor ficou dos meus tempos de faculdade. Os amigos que nunca desistiram de mim e com quem sempre pude contar. Os amigos dos quais nunca desisti e que, ainda hoje, apesar de casados, com filhos e uma vida intensa, se importam comigo! Os amigos que, ainda hoje, me pedem a minha opinião acerca de um qualquer assunto, profissional ou não. Os amigos que quero sempre encontrar, com quem queremos sentar e conversar. Isso foi o que de melhor retirei dos meus tempos de faculdade. E hoje, as saudades desses tempos e deles!

Hoje, mantenho a mesma opinião. Sem complicar, com calma, sem competir, porque o importante são os resultados: os melhores. E se juntos somos mais capazes de os alcançar, porquê desperdiçar essa oportunidade? Porquê querer "brilhar" a sós, quando o risco de se falhar é maior?

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Pois há!


Um café, por favor!

Bem quente, que a chuva que cai lá fora, de forma incessante, a isso convida. Um café, bem quente, saboroso e um amigo por perto. Ou um bom livro que nos transporte para outro local diferente deste. Pode ser à beira-mar, incluir abraços e projectos conjuntos. Pode incluir sorrisos e olhares cúmplices, piadas básicas, mas não menos importantes, uma mesa repleta de louça, uma sala repleta de cadeiras, revelando casa cheia, e a segurança que um amigo de verdade nos faz sentir. Pode incluir todo o mundo de sonho para onde nos transportamos secretamente, fugindo, ainda que de forma fugaz, da realidade com que somos presenteados no dia-a-dia. Sem abandonar o que de doce nos oferece. Um café, um amigo e um bom livro que possamos partilhar, por favor.