quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Carpe Diem.


Carpe Diem, vive o dia, vive o momento. Vive. 
Da teoria à prática vai uma distância enorme, e embora saibamos a teoria de cor, o certo é que nem sempre a colocamos em prática tal como devíamos. Vivemos o dia-a-dia na espera do amanhã. Vivemos a fazer planos, a adiar o que se queria fazer hoje, para amanhã. Vivemos cada dia a pensar num futuro que idealizamos, um momento que não está e não é presente. Um momento que não sabemos se chegará, mas em prol do qual abdicamos de momentos, de pequenos prazeres, hoje. Até esse Carpe Diem fica adiado até amanhã. Até depois de amanhã. Estranhamente, ou até erradamente, até que a vida o permita. Pensamos nós.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Bipolar, é como me sinto.

Oscilando entre o positivismo e o negativismo. Entre a vontade de continuar e a desistir já. Queria manter-me apenas assim, positiva. A acreditar em dias melhores. Seria bastante mais fácil, os dias seriam mais leves, passariam de forma mais agradável. Mas não consigo manter-me assim e, de vez em quando (muitas mais vezes do que as que gostaria), já estão os meus pensamentos onde não devem, a tornar a passagem do tempo vagarosa e um até dolorosa. A tornar o adormecer difícil e o sono mais sobressaltado. 
Não quero olhar para o lado. É errado e gera sentimentos negativos. Quero apenas focar-me naquilo que de bom tenho: uma família que me ama, um namorado que me quer muito, um sobrinho a caminho, amigos (poucos, mas bons), experiências inesquecíveis que serão sempre minhas, paz, um tecto... Devia ser tão mais fácil focar o que de bom temos, ao invés de apenas lembrarmos o que correu ou corre mal. Devia, mas dependendo de nós apenas mudar a nossa forma de estar e de ver o que nos rodeia, o mais certo é continuarmos no desejo, oscilando entre dois extremos, enquanto não conseguimos reeducar a nossa mente.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Os planos também falham.

No início, o medo de falhar. O medo de sonhar e de chegar a lado nenhum. O medo das expetactivas defraudadas. No início, enche-se o peito de ar, carregado de coragem. E avança-se. Tantos passos depois, poder-se-á perceber que a sensação de ter falhado começa a ser uma constante nos nossos dias. Ao adormecer, a ideia de que "amanhã vai ser melhor". No final do dia seguinte, os suspiros carregados de uma sensação de impotência perante aqueles que acreditaram em nós e a confirmação de que não foi melhor. E surge a vontade de desistir. Virar costas, seguir. De não mostrar a evidência que se carrega no olhar, de que um sonho não foi concretizado. Mas somos impelidos a não desistir já. A insistir e persistir mais um pouco, a não baixar os braços e a ainda a acreditar que, de facto, "amanhã vai ser melhor", ainda que seja apenas para acalmar a alma, um pouco. Até ao dia seguinte. Até ao momento em que essas palavras deixem de fazer sentido, por completo, soando apenas a uma ideia tonta de quem arriscou, sem sucesso algum.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Questionar ou não questionar.

Olhar para trás e colocar em causa as decisões que tomamos e as consequências das mesmas. Tentar perceber se podia ter sido diferente. Saber que só fica quem quer e que a atenção não se deve mendigar. Que a amizade verdadeira não é esquecimento e não escolhe lados (ou pessoas, como partidos). E assim, escolher ficar no nosso espaço, com o que nos pertence, de verdade. Não arriscar momentos, não arriscar a certeza de que não é mais como antes, escolher antes a suspeita de que assim seja. Saber que a nossa decisão não podia ter sido outra, mas desejar que as consequências da mesma tivessem sido bem diferentes. Ou experimentar a sensação de que aquele não é mais o nosso mundo porque, na verdade nunca foi e é por isso que hoje já lá não estamos. É por isso que, o facto de já lá não estarmos, não afecta os demais. Não fazemos falta. Porque não era nosso, embora custe.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Não sei quem é a Anna...


... mas parece ter idade para ter juízo. Só não percebo como é que ela não se apercebeu do ridículo do video clip, da letra da música, da sua voz... Vai Anna. És a maior. Pelo menos, é isso que deves pensar.

terça-feira, 29 de abril de 2014

Parece que hoje é o dia internacional da Dança.

Eu gosto de dançar. E quando falo em dançar, não falo em abanar a cabeça apenas, ao som de uma qualquer música que apenas serve para isso mesmo: abanar a cabeça... Como tal, música techno, electrónica e afins, não são do meu agrado. De vez em quando, sinto falta disso e lá tento arrastar alguém comigo para um pézito de dança... Há noites em que tenho sucesso, outras nem por isso... Mas o gosto mantém-se. Ainda era menina para aprender danças de salão e mantenho o meu fascínio pela kizomba... a verdadeira.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

A coisa anda paradita...

... e eu sem grandes ideias para escrever o que seja aqui. Por aqui chove (para não variar, começo a odiar chuva com todas as minhas forças!), e anseia-se pelo fim-de-semana. Sinto-me cansada e sem paciência para grandes histórias... e por isso, creio que os planos que existem para o feriado, a correrem bem, me farão maravilhas! Só mais um pouquiiiiinho! E, se possível, um pouco de solinho para quebrar esta rotina! Bom resto de semana!!

quarta-feira, 16 de abril de 2014

E como existem para todos os gostos...

... de acordo com este estudo neozelandês, os casais que partilham semanalmente uma garrafa de vinho com um parceiro, reservando uma parte do dia para o fazer juntos, tendem a desfrutar mais da relação. Como eu sou o tipo de pessoa que, de facto, gosta de desfrutar de um copo de bom vinho, de apreciar sem pressa - já por isso, jantares demorados, são comigo - estou tentada a concordar. Para mim, funciona como um ritual de relaxamento, até (e como ando necessitada de um jantarzinho demorado e agradável... e de um pézinho de dança...).Ofereçam-me um sofá e um bom copo de vinho maduro, ao fim do dia, e eu não digo que não! Embora ele não aprecie tanto como eu, ainda assim, tenho para mim que desfrutaremos mais da relação. E se há coisa que também aprecio, é desfrutar de algo que se vai construindo, dia a dia. Algo que se constrói com a partilha, com a confiança, com os sentimentos à flor da pele. Desfrutar dele, desfrutar de mim, desfrutar de nós.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Sim!

No seguimento do post anterior... A decisão está tomada! É uma oportunidade única e, como tal, vou aproveitar! Como alguém disse, não me quero arrepender de algo que não fiz! No entanto, e como a opinião da minha família é importante, não o poderia fazer sem o apoio de cada um deles, pelo que, antes de decidir o que fosse, optei por partilhar com eles. As amigas chamaram-me maluca. Louca, foi mesmo o termo usado. Vai ser uma aventura e tanto! E eu estou muiiito ansiosa!! Venha Junho!!

Destino: Croácia. 
Meio de transporte: Mota.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Então e agora?

De vez em quando tenho que me decidir relativamente a questões importantes (eu e o resto do mundo...). E eu, uma pessoa que é capaz de ser bastante indecisa, que pensa nos prós e contras, que adormece a pensar nisso, acorda a pensar nisso... Não sei mesmo que faça. É que não sei, mesmo!! 
Sim ou não?!!

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Venham mais 27...!

... e que todos os que me felicitaram permaneçam comigo. Mesmo os que apenas se lembraram ou souberam devido ao FB. É bom saber que há quem não se esqueça do meu aniversário, quem faça questão de ligar para felicitar. Depois, há aquelas pessoas que pensamos que não se esqueceriam de nos felicitar, mas que se esqueceram. Apesar dos anos de amizade e de tudo o que se partilhou. Mas isso, digo eu, acaba por acontecer. E o mais importante é que foi um bom dia e que estiveram perto de mim as pessoas mais importantes da minha vida, à excepção do meu irmão, que chega apenas para a semana. 
Um beijo do Pai, da Mãe e da Irmã. 
Um beijo da Irmã emprestada e da melhor amiga.
Um beijo do namorado que veio de longe, apenas para estar presente neste dia.
Flores pela manhã.
Estar com as mulheres da minha vida todo o dia
Um mesa completa, cadeiras todas ocupadas. 
Que venham mais 27 e que todos eles estejam a meu lado! (Até gosto do número... mas começo a achar que isto está a ir depressa demais!!)

terça-feira, 8 de abril de 2014

Assim, sim!

Sem querer fazer muita festa, não vá o S. Pedro arrepender-se de nos presentear com este sol maravilhoso... Assim, sim! É logo diferente a vontade de sair de casa, a vontade de andar na rua sem as botas, mas sim de sabrinas, sem o casaco grosso, mas antes de camisa e um blazer que até vem na mão! Hoje o sofá não chama, mas bem que me apetecia ficar ao pé dela, ao sol, a ler. Aproveitar cada momento, que o tempo passa rápido demais... Hoje não dá, mas amanhã é dia de passeio pela baixa. Assim sendo, espero que este sol se mantenha. Amanhã. E depois. E depois de depois. E depois também. Sim, S. Pedro?

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Em modo de balanço...

.... a senhora Ana Carolina tem, de facto, uma voz maravilhosa. O concerto foi fantástico. 
O tempo manteve-se nojento. Hoje o sol parece querer dar o ar de sua graça! Já não era sem tempo... é que depois, onde quer que passemos, o tema de conversa é sempre o tempo. 
Saí de casa e a irmã ainda ficou na cama, a dormir. Diz que agora tem mais sono que nunca! Parece que a gravidez já vai em três meses, mas a médica aconselhou a esperar até a próxima consulta para ter a certeza de que está tudo bem! Vai estar, certo? Já ouviu o coração do bebé... confidenciou-me que estava feliz, mas assustada, com medo de não ser capaz de tamanha "demanda": a de ser mãe. Mas vai ser uma óptima mãe, tenho a certeza! Tal como é uma óptima irmã! 
No aeroporto, enquanto esperava que ela passasse aquela porta mágica das chegadas, fui reparando como a ansiedade toma conta das pessoas. Como as crianças corriam pelo corredor adiante em direcção aos pais, aos avós, aos tios. Pais em direcção aos filhos. É, sem dúvida, muito bom estar de volta. São abraços que nunca se esquecem. Tal como o sorriso enorme do meu Pai quando a minha irmã lhe disse que ia ser avô. Por estes pequenos momentos, a vida vale tão a pena!

Esta semana, eu quero que passe beeeeem devagar! 

Boa semana!!

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Ora vejamos...

... lá fora, a chuva continua a cair (para não variar).
As obras continuam nos acessos ao estaminé, portanto, barulho de máquinas e ferramentas o dia todo.
Hoje é sexta-feira.
Amanhã é dia de, finalmente, lhe pôr a vista e as mãos em cima! (Eu e as distâncias....)
Amanhã é dia de Ana Carolina.
Domingo é dia de chegada da irmã (e da ervilhiiiiiinha!!!)
Um dia movimentado por estes lados e eu facilmente esquecia a chuva e o barulho (mas, quem disse que ia ser fácil?!). Ainda assim, agradam-me bastante os planos e as pessoas que estão para chegar. Contudo, assim que penso na chegada penso, na inevitável partida. Mas apenas as coisas boas importam. Pelo menos, assim se tenta! 

Que o vosso fim-de-semana prometa ser tão bom ou melhor que o meu! E que o seja, de facto! 

Bom  fim-de-semana!

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Os russos e a sua imaginação.

Rússia + Casamento + Fotos

=








Parece que são as ditas fotos tradicionais. Com fotos destas, será um dia inesquecível, com certeza.
E a falta de imaginação (abençoada) dos portugueses, hã??
Daqui. 

segunda-feira, 31 de março de 2014

Assim, para lá de muiito bom!!

É o facto de a minha irmã estar grávida!! Para lá de muito bom é sentir, por ela, esta alegria imensa!! E o que eu dava por um abraço, neste momento!! 
Que corra tudo bem é o que eu mais quero! Isso e olhar para ela! Isso e vê-la dar a notícia ao meu Pai, que está sempre a falar do quanto gostava de ter um neto ou neta!
Tão feliz por ti!!
:) :) :)

Eu, insatisfeita me confesso.

Irrita-me esta forma de ser, este interesse momentâneo que não consigo ter. Esta atenção contínua às palavras. Todas as palavras. Esta atenção contínua à forma como são ditas, esta divagação contínua acerca do seu significado, do que poderão significar, na verdade, quando o seu significado pode nem ir além delas mesmas. Irrita-me que não seja assim, desprendida do que é dito, da forma que é dito. Não gosto de nós no estômago. Não gosto do poder das palavras sobre mim. Não gosto quando definem o meu estado de espírito. Não gosto quando me sinto tão diferente, ao ponto de achar que a aberração é acreditar que as palavras têm um poder imenso, capaz do sorriso e da lágrima, da certeza e da incerteza. Sou insatisfeita. Com as palavras - quero mais, sentidas, verdadeiras, atenciosas, sem desculpas. Vigorosas, como eu as vejo, poderosas, como eu as sinto.

Hoje casa esta. Amanhã aquela.

Pelo FB vou sabendo que pessoas que estudaram comigo na faculdade, se casaram. De igual modo, ainda a semana passada recebi no telemóvel a imagem de um bebé (com o qual fiquei fascinada confesso, pois que tinha nascido há pouco tempo e já me parecia bonito, ao contrário do que costuma acontecer...), filho de uma amiga que estudou comigo no secundário. Namora com o pai do menino desde essa altura, optou por não casar, mas hoje já é mãe. E é assim que as coisas vão acontecendo, a uma velocidade alucinante. Acontecimentos tão importantes, decisivos. E no momento em que me cruzo com essas pessoas, não me ocorre nada além de um "parabéns!". Perguntar-lhes "mas o que é que te deu na cabeça para casares?!" ou "um filho, já?!!" ficaria mal, muito mal, pelo que, vale mais estar calada. Entendo que existem momentos em que é necessário avançar, fazer diferente, evoluir. Estagnar pode ser um erro fatal. Mas não imaginei essas pessoas casadas, muito menos mães de um bebé minúsculo!! Mas sou só eu que tenho medo de pegar um bebé ao colo, tal desastrada que sou? Sou só eu que acho que se deve ter tooodo o cuidado do mundo, sob pena de ele se partir, à semelhança de um boneca de porcelana? Sou só eu que sou assim, estranha? É certo que, de vez em quando, me sinto mesmo uma estranha. Incompreendida. Ninguém é igual a nós, ninguém pensa e age como nós. Certa de que ainda tenho muito para crescer, em todos os sentidos (excepto para os lados, esse tipo de crescimento dispenso!), acredito que há o que acontece simplesmente (porque as coisas não acontecem só aos outros, certo?) e há o que fazemos acontecer. Eu espero ter a sabedoria necessária para perceber quando devo fazer acontecer. Espero também ter a sabedoria necessária para não menosprezar o que pode, simplesmente, acontecer.

sexta-feira, 28 de março de 2014

Não tem como não confundir!!

A minha mãe sempre me disse que eu era uma pessoa estranha, como que em jeito de observação, dada a escassa informação que esta possuía sobre aquilo que eu sentia ou deixava de sentir. Sobre a minha intimidade e sobre a minha vida. De tal forma que, quando lhe disse que tinha um namorado e que o conheceria em breve, até os olhos sorriram. Reconheço que sempre fui um pouco fechada, partilhar não é algo que faça com facilidade, falar sobre as coisas, também não. Nunca gostei de me expôr ou de expôr o que sentia. É por estas, e por outras, que me faz uma confusão imensa pessoas que mudam de amor e de namorada como quem muda de camisola. Mais confusão ainda, quando apregoam esse amor aos quatro ventos (amor diferente do da semana passada) e quando comentam "casa-te comigo de uma vez!" (ah e tal, conhecem-se há duas semanas), quando não se pode abrir a página do FB, porque esta está carregada de publicações fofinhas e promessas de amor eterno, daquelas duas pessoas. Confesso, é coisa para me irritar, pois que não percebem que começa a roçar o rídiculo de tantas as vezes que o vimos já acontecer... E sim, elas sabem umas das outras e de como os sentimentos daquele rapaz mudam rápido... Agora, quando algum convite lhe é feito, é para ele e para a namorada, seja ela quem for. Pelo menos, num aspecto, ele tende a ser mais ou menos coerente! Já lhe conheci, no espaço de cerca de 5 meses, 4 namoradas, e três delas tinham o mesmo nome. Diminui em muito a probabilidade de confundirmos o nome dela com a namorada da semana passada. Ou a de há três semanas. 
Esta juventude...

quarta-feira, 26 de março de 2014

Mandarem-me calar ainda antes de ter falado sequer...

... é coisa para me deixar mal-disposta. Mais que isso, é coisa para me deixar com vontade de comer tudo o que vir exposto nas bancadas da padaria do andar de baixo onde, beber apenas um café, é um verdadeiro desafio.
Mandarem-me calar, quando a intenção era apenas uma: ajudar. Ajudar a mudar, sabendo que, de facto, pode ser diferente. E estar na disposição de ajudar a essa mudança. 
Há dias em que me sinto sensível demais. E eu não acho piada a isso, não gosto de me sentir vulnerável (não me parece que alguém goste...). Geralmente, esses são os dias em que, por um motivou ou por outro, mais sinto a falta daqueles que estão longe de mim. São aqueles dias em que acho que tudo seria bem mais fácil com eles aqui, do meu lado. Mais fácil para mim, mais fácil para os meus pais. Em boa verdade, todos os dias acho isso, por isso, será mais correcto dizer que são aqueles dias em que a revolta por um país que não oferece oportunidades aos seus, fala mais alto.
Se há elemento que dispensava na equação, é a distância. A inevitabilidade de adiar as palavras. A inevitabilidade de adiar os abraços.

segunda-feira, 24 de março de 2014

Meninas...

  
Digam-me lá... este modelo parece-vos aquilo que na minha terra se apelida de "mono"? E dizer que é um mono é o mesmo que dizer que não tem qualquer piada ou ponta por onde se lhe pegue... A mim, não me parece mono algum, mas antes um vestido bonito e, acima de tudo, discreto que é aquilo que pretendo...

Tudo de bom.

Segunda-feira. Chuva e mais chuva. Frio e mais frio. Inspiração ou ideias para um post em condições? Nenhuma... Talvez seja do tempo, das botas que tive que voltar a calçar, do lenço que tive que usar para proteger o pescoço. 
Quanto ao fim-de-semana.... O sábado foi de jantar demorado, tal como gosto. O vinho, bom. A cerveja, estava fresquinha. Eu adormeci antes dele: foi a primeira vez, acho que ficou orgulhoso (mas o mérito foi do álcool, embora não lhe tenha dito, para não estragar tamanha alegria).
Conheci a Mãe (aquela de quem me passaram a noite a falar, passando a ideia de que ela era assim qualquer coisa de temível!). A verdade é que, a primeira coisa que me perguntou foi: "Então, falaram-lhe muito aqui da peste da I.?" Obviamente... respondi que não. Acho que correu bem. Um amigo e no namorado da irmã presentes no almoço, levou a que a coisa fosse mais fácil.
Fiquei feliz por o ver feliz. Fiquei feliz por saber que contribuí para essa felicidade. Diverti-me ao vê-lo mais nervoso que eu, até. 

E quero muiiiito que esteja sol no próximo fim-de-semana...! Se alguém souber o contacto do S.Pedro, avise por favor.

quarta-feira, 19 de março de 2014

Tartarugas. Rambóia.


Tartarugas. 
Rambóia. 
Sons estranhos. 
Até os bichinhos gostam!
Não creio que este som engane alguém... Consoladinha a tartaruguinha!

terça-feira, 18 de março de 2014

Ejacular a longas distâncias e saber andar de patins.

 
Uma vez que o espectáculo é apenas em Setembro de 2014, ainda há tempo para que aqueles que se queiram candidatar, possam treinar afim de preencherem os requisitos essenciais. Tendo em conta estes últimos, confesso que não consigo imaginar o espéctaculo...

É quando não tenho nada para fazer que a coisa agrava.

Quando não tenho nada para fazer a minha mente segue apenas num sentido: comida. Assim, tento ocupar a minha mente com o que quer que seja, pois que sou pior que uma mulher grávida: quando me apetece algo, apetece mesmo! E lembro-me de cada coisa... É isso e estar no sofá, já noite dentro, a ver programas de culinária - bolos e afins. Que fome me dá... e vontade de comer, também. Já perguntei à minha mãe o que seria o almoço (sim, porque por ainda me posso dar a esse luxo, almoçar com os pais, sendo que, chego a casa e o almocinho está pronto). Estou com uma certa fome, confesso... Não minto quando digo que, um dia destes, rebolo...

segunda-feira, 17 de março de 2014

Pois que seja.

Acordei a sentir-me ansiosa. Acordei com um aperto no peito. Vou pegar neste 1% e acreditar nele. Lutar por ele. Dar o melhor de mim. 


Já agora, boa semana!!!

segunda-feira, 10 de março de 2014

O sol, esse ranhoso.

Ontem fez-se de difícil e mal deu o ar da sua graça, só porque é um mete-nojo e até sabia que um domingo com um céu azulinho e sol brilhante, é apenas uma recordação longínqua... Mas como não sou pessoa de remorsos e ele hoje até por cá anda, não vou insistir na situação... 
Constipação (que não me laaarga!) à parte, tosse à parte... Foi um domingo muito bom! De experiência boa! Vah, sou novata, demoro a colocar o capacete em condições, a apertar e tal... E quando toda a gente está pronta para arrancar, eu ainda travo a luta com as luvas e o casaco que me esqueci de apertar antes de calçar as luvas e o cachecol que esqueci de ajeitar antes de apertar o casaco. (E o medo que eu tenho de, ao subir para a mota ou sair dela, prender o pé o encosto e cair, assim daquela forma tão pouco graciosa, que só eu??)
Agora, só peço outro fim-de-semana, com sol de preferência, para passarmos a segunda voltinha, sim?
Já agora, boa semana!!

sexta-feira, 7 de março de 2014

Este fim-de-semana...

... devo fazer algo que há muiiito tempo não faço: andar de mota. No entanto, segundo me dizem, nunca andei de mota, apenas de motorizada. A motorizada do meu pai, que nunca lhe inspirou grande confiança e cuja condução ele dispensava... mas, dado que era necessário... 
Confesso que o facto de mostrarem tanto gosto na mota, de falarem de forma tão empolgada dos passeios, viagens e afins, do que é andar de mota e usufruir do vento a bater na cara (mosquitos, entre outros insectos voadores...), me deixa curiosa... muito curiosa. Pelo que, que se mantenha o solinho, as boas temperaturas e a boa disposição, para um fim de semana perfeito!

Bom fim-de-semana!

quinta-feira, 6 de março de 2014

Melhor que perceber...

... que o vestido que a irmã mandou (ao contrário das expectativas) me serve, é perceber que nem posso optar por uns saltos muito altos... porque a irmã é magra... mas mais baixa, logo o vestido que a ela lhe tapa os pés com uns super saltos, a mim me deixaria os pés de fora... São vidas! Está magra, sim. Mas continua mais baixa que eu!

É oficial.


Amanhã é o meu último dia aqui neste estaminé onde me encontro. Por força das circunstâncias, aprendi que nem sempre podemos fazer o que gostamos, que outros aspectos são mais relevantes. Hoje em dia, é uma sorte podermos fazer algo, trabalhar, goste-se ou não do que se faz. Assumir que não somos capazes de desempenhar algo, é que não. Tudo se aprende, com mais ou menos esforço. É certo que também depende muito das pessoas que nos rodeiam mas eu, felizmente, tenho encontreo aqui pessoas que sempre me ajudaram muito com a melhor das vontades. De igual forma, o nosso perfil pode não se adequar a determinadas funções, mas o que fazer quando não existem outras alternativas? Seguir pelo caminho que está perante nós, parece-me ser o correcto. Não o negar, principalmente, a nós mesmos.
Dia 10 vai ter início uma nova etapa. Uma etapa muito importante, aquela em que vai acontecer tudo ou não vai acontecer nada. Espero que aconteça tudo! Gostaria de integrar uma estatística bem mais positiva. É para isso que vou trabalhar, para que o projecto funcione, para que o acreditar daqueles que se encontram a meu lado ainda antes do início oficial do percurso, faça sentido. Para que sintam que valeu a pena, para que se sintam orgulhosos. Para que eu me sinta orgulhosa! 
Sempre fui bastante cautelosa, sempre optei por correr o risco menor... Muitas vezes duvidei de mim e das minhas capacidade. Desta vez, a cautela vai existir, de igual forma. O risco, esse... será bem maior. Talvez volte a duvidar de mim, uma e outra vez... poderei com essa dúvida, perder tempo. Mas, contrariando-a, ganharei força. Mais força.
Hoje não estou mãos largas, não vou oferecer nada... mas, desejem-me sorte!

quarta-feira, 5 de março de 2014

Ofereço...

... dor de cabeça, garganta e constipação. Ofereço ainda uma dor de costas. De igual modo, um nariz vermelhão e olhos semelhantes aos de alguém que já não dorme há uns dias... E a capacidade de chorar, de um momento para o outro... a acompanhar séries de 6 espirros seguidos. Enfim, sou uma querida...

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Tenho um grave problema.


E a verdade, reconheço, é que pouco tenho feito para o resolver. Abstenho-me de pensar na mensagem que surge depois, quando prato fica vazio (e, ainda assim eu, satisfeita). Sei que com muita força de vontade se pode contrariar ou controlar essa vontade de devorar doces, salgados e afins. Mas é a força de vontade a contrariar a fome e vontade de comer. Geralmente, por estes lados, a primeira perde. Fosse eu uma pessoa cuja tendência fosse a de engordar facilmente, já tinha virado bola. E ainda que redondo seja uma forma, não fará nunca de nós uma pessoa em forma.

Como quem fica mais perto.

Quando era pequena,  para adormecer o meu Pai coçava-me as costas. Sentava-se na beira da cama e coçava, assim ao de leve. Ficava com uma moleza enorme e lá adormecia. Hoje, dou comigo a, de vez em quando, lavar o cabelo com o shampoo da minha Mãe para, durante o dia, sentir o cheiro deste. O cheiro da minha Mãe. Considero isto pequenas preciosidades: o que o meu Pai fazia para adormecer e o cheiro daquele shampoo que nunca vou deixar de associar à minha Mãe. Tenho mais. Muitas mais. E assim, a certeza de que são ambos o que de melhor tenho nesta vida.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Um sonho estranho é...

... quando se vai a uma loja de roupa, tipo Zara, se vem embora com um vestido de noiva e se vai para a discoteca com ele, acompanhada de uma amiga. O vestido, que fica apenas pelos tornozelos, é combinado com um xaile, daqueles tipo à avózinha e, segundo o que dissemos à nossa mãe, custou a módica quantia de cinco euros. Eu que sou mulher de conseguir boas oportunidades quando de compra de vestuário se trata, não podia deixar de perder esta oportunidade. Contudo, a minha mãe não lhe achou grande piada, dizendo mesmo que era feio. Nesse momento, olhei para ele e pensei o mesmo.
Este sim, foi um sonho estranho. Mas vou estar atenta, dada a minha dificuldade em escolher roupa adequada à disconights actuais, talvez o vestido de noiva seja boa opção. Será um sinal?

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Como nós nos vemos. Como os outros nos vêm.


Porque a forma como nos vemos, nem sempre é a forma como os outros nos vêm. Porque a forma como nos descrevemos, nem sempre vai ao encontro da descrição dos demais, que passam olham, observam, não julgam, apenas miram. Os contornos, as características que dão nas vistas, os pormenores que nem sempre passam despercebidos, e que estão, efectivamente, lá. Porque o que vemos ao espelho, reflectido na nossa cabeça, nem sempre é o que os outros encontram perante si. É de menos, somos melhores, dizem. Felizmente. 
O vídeo já não é recente, mas será sempre actual.

Hoje a caminho do escritório, o sol brilhava.

E ainda brilha, por incrível que pareça! Assim, quando me foi sugerido que desse a uma vista de olhos a uma página de bikinis, nem me pareceu mau, embalada pela ideia de um solinho bom... 






Mas bem que posso correr, saltar e fazer todo o exercicio possível e imaginário, que nunca vou chegar àquela cinturinha. De igual modo, bem posso aplicar toneladas de cremes e fazer mil e um tratamentos, que vai ser difícil ter uma pele com aspecto de manequim, como a dela.
Fiquei triste como a noite!!!
Mas, pensando bem... Será que me basta tirar umas fotos e aplicar aí um photoshop manhoso para ficar com este resultado tão natural, tão aprazível à vista?!!

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

E assim, de vez em quando...

... está cá aquele desânimo. A incerteza leva a melhor, em determinados momentos. Ser positiva, pensar positivo, custa muito, em certas alturas.

Esta coisa das insónias...

... tem muito mais piada quando não se está sozinha no quarto, na cama. Ohh, se tem!

Bom dia!

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Podíamos ser os melhores amigos....

 
Oh, se podíamos...!!

Enfim, sexta-feira!

Fim-de-semana à porta, finalmente! Quando os planos já existem desde o início da semana, esta parece passar ainda mais devagar, mas ainda que devagar, lá chegaremos! 




Boa sexta-feira! Bom fim-de-semana!

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

É tudo uma questão de prioridades (de novo).


Bem definidas... Ou não. 

Porque é que eu não vou à discoteca?

É triste, mas começo a sentir-me realmente velha para ir a discotecas. Velha demais para conseguir perceber determinadas modas que por lá se encontram, entre elas, o uso de camisolas que tapam apenas o peito (e, algumas delas, nem isso), o uso de calças, leggings e afins, super justas e a chegar quase debaixo dos braços, por forma a que todas as curvas (bonitas e menos bonitas), fiquem bem salientes. Mini saias de meio palmo, tecidos mais que transparentes. De igual forma, não entendo o porquê da mãozinha na cintura, da inclinação para trás ou lado, e da chamada "duck face", aquando da foto. Uma vez, é naquela. Mais que uma, é demais, enjoa... Mas estas tendências parecem-me ainda piores quando as pessoas não conseguem perceber que as mesmas não são, de todo, para pessoas com o seu corpo... No meio destas indumentárias, a minha calça de ganga e camisa, parecem ser a amostra de um tempo passado.
Mas, contudo, continuo a acreditar que a sensualidade de uma mulher não é proporcional à quantidade de pele que mostra.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

NIX e Kelly - a verdade!!






Eu bem avisei.... 
Ahahaha


:)

Antigamente, era assim.

 
Gosto, especialmente, da parte em que diz que a devolução do cartão intacto, dará uma esperança. Espero, no entanto, que o canto direito tenha sido dobrado e que os protestos de amor tenham sido aceites.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Um questão de prioridades. Ou de humor. Ou de romantismo.


Reconheço que era capaz de colocar as coisas desta forma....! Não abdico do humor, seja na relação com a família, com os amigos ou com namorado. E também ando sempre com fome, é verdade...
Por outro lado, sempre me considerei uma pessoa romântica. Sempre tentei ser o mais original possível nos momentos mais e menos esperados. Gosto de surpresas. Gosto de supreender, tal como gosto de ser surpreendida. Gosto da atenção aos pequenos pormenores e creio que isso pode fazer toda a diferença. Sentirmo-nos importantes, relevantes para alguém e sentirmos que esse alguem está atento a nós, de facto, não sendo apenas um corpo presente. Pode fazer toda a diferença. Rectifico, faz toda a diferença.
 
 

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

E assim se estraga uma surpresa. E o bom humor.

Quando antes de abrir a caixa com a encomenda, se ouve um barulho estranho... Quando, pelo nome inscrito na mesma, não devia existir barulhinho que fosse... Quando ganhamos coragem para abrir... para conferir que, de facto, esta está em mil pedaços... E agora, espanco quem???!!!

Já ouviram falar de Air Guitar?!

Quando fingem tocar guitarra, ainda que não o saibam, estão a praticar esta modalidade. Existem concursos desta modalidade e os concorrentes, com o maior empenho, fingem tocar guitarra ao som de uma música qualquer em que o som deste instrumento predomine. Pois bem, os japoneses - cujas ideias nem ao diabo ocorreriam - lembraram-se de criar algo semelhante: Air Sex. E sim, a lógica é exactamente a mesma! Fingem que estão em pleno acto sexual. Os movimentos, sons e afins. Felizmente, não necessitam de estar despidos. E sim, também existem concursos!! Não me ocorre melhor forma de passar uma tarde: estar sentada em frente a um pequeno palco / espaço, onde individuos simulam estar em pleno acto sexual. Ou não. Ou não. 
Há gente para tudo... 
 

É dia dos Namorados.

Disseram-me que, noutro tempo, o meu pai deve ter sido ourives, para fazer uma jóia como eu. Pronto, não é recente, este "elogio" já deve ter sido utilizado por um sem número de trolhas (nada contra eles, atenção), no entanto, a pessoa que o disse só podia optar por algo semelhante (propositadamente), e, por isso, arrancou-me um enooorme sorriso! 
A todos aqueles que comemoram o dia, que este seja feliz! E os restantes, também! Que este não seja o único dia do ano em que se lembram de comemorar o amor e de dizer que gostam, que amam. Que sirva para reforçar a ideia, mas lembrem-se de dizer "Amo-te", "Gosto de ti", todos os dias!

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Convites bons...!

Acabo de ser convidada para o casamento de uma amiga que estudou comigo. Açoreana! E o casamento será nos Açores, lá na sua ilha! Tão bom perceber que as pessoas não se esquecem de nós, mesmo após alguns anos. Tão bom perceber que há pessoas assim, que valem a pena. Sempre valeu! E esta convite para estar presente nesse dia que será, para ela, tão importante, é a prova disso mesmo!

Ver o mundo. E tudo o resto. Ou não ver bem, vah...






É mais ou menos assim que eu vejo o mundo...  Mas, a minha armação é mil vezes mais bonita que as das imagens! E sim, ver mal é mesmo triiiiste! Além de não ver tudo o que quero, o que vejo, vejo mal!

Já estive nos 57...

... agora estou nos 55kg. Uma boa notícia que tornou a agulhinha no braço, nos minutos seguintes, menos desagradável (mas, ainda assim, muiiito desagradável!)!! Dispenso agulhas, faço por não olhar (não olho meeeesmo) quando vou tirar sangue, ou mesmo tomar uma vacina. A última vez que fui tomar uma vacina, não vai muito tempo, a enfermeira quis que ficasse algum tempo para perceber se não me ia dar uma coisinha má, tal era o meu nervosismo! Acho que é um comum este receio, pelo que, não me sinto assim tão estranha! Sinto-me mais estranha quando digo que dispenso que me toquem nos joelhos...

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Importância... relativa?

"Internamente, vamos sempre travar duras batalhas. Umas mais demoradas que outras. Umas mais avassaladoras que outras. E se enfrentamos a derrota alguma vez, vamos sempre temer um reencontro perante o mundo, perante os demais, perante o espelho que reflecte a nossa imagem. Por vezes, o passado assume-se, mais do que devia, mais do que conseguimos tolerar, ignorar. Por vezes, nem se trata do nosso passado, mas o de alguém que nos acompanha, no presente. Despoleta conflitos internos, urgem receios, impera insegurança. Ainda que a certeza do querer exista, o medo de perder a batalha contra um passado que não nos pertence, pode toldar os mais simples gestos e momentos. É o anseio de querer ser o presente e o futuro, contra algo que não está nas nossas mãos."

Roubado a alguém do maravilhoso mundo que é o Facebook.

Diferenças de vocabulário entre Lisboa e Porto: 
(L: Lisboa / P: Porto)

L: Não tenho certeza se vai ser possível!
P: Nem que te fodas!

L: A sério? É incrível! Diria mesmo impressionante!
P: Puta que pariu! Puta que pariu!

L: Claro que isso não me preocupa!
P: Caguei e andei!

L: Eu não estava envolvido nesse projecto!
P: Mas o que é que eu tenho a ver com essa merda?

L: Interessante!
P: Foda-se!

L: Será difícil concretizar a tarefa no tempo estipulado!
P: Não vai dar nem que me foda todo!

L: Precisamos melhorar a comunicação interna!
P: Não há nenhum corno que me responda?

L: Talvez eu possa trabalhar até mais tarde!
P: E no cu? Não queres levar no cu também?

L: Finalmente reconheceram a tua competência!
P: Foste ao cu a quem?

L: A gerência não ficou satisfeita com o resultado do trabalho!
P: Bando de filhos da puta!

L: Por favor, refaça o trabalho!
P: Enfia essa merda no cu!

L: Que pena. Teremos outra não conformidade!
P: Caralho! Vai sair cagada outra vez!

L: Vamos negociar o projecto com mais determinação!
P: Vou enfiar isto pela goela abaixo desses filhos da puta!

L: Desculpe, penso que não vai sair bem!
P: Eu sabia que ia dar merda!

L: Os índices de produtividade da empresa estão a apresentar uma queda significativa!
P: Agora, foda-se, tá tudo fodido

Mais directos, é impossível!! Algumas delas são assim  um pouco para o forte... Mas havendo confiança, a coisa nem será assim muito diferente!

"Treinador de bombistas suicidas explode alunos por engano"

É o título da notícia que se pode ler aqui. Nunca me passaria pela cabeça que existissem treinadores para bombistas, mas também não me passa pela cabeça que alguém que se faz explodir com a intenção de matar o maior número de pessoas, em prol de um qualquer Deus, esteja no uso pleno de todas as suas capacidades. Quanto ao treinador - professor - se disse que só o demonstrava uma vez, é um homem de palavra!
 - Atenção meninos que eu só vou fazer isto uma vez! Booooooommmmm!!!
Oh pah... Temos pena. 
Morreram 22 alunos, 15 ficaram feridos e foram detidos. Descobriram-se armazéns com armas e explosivos. Sem querer, este treinador fez algo de útil! Talvez se esqueça a sua pequena falha e tenha direito às suas virgens. Talvez!

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

As palavras que não sei dizer.

Tenho uma tendência (má, dizem) para manter as palavras e ideias comigo. Na minha cabeça. Quando algo acontece, processo tudo em silêncio. No meu silêncio. Aprendi (ainda que por força das circunstâncias) a ser independente, aprendi a não contar com ninguém, além de mim, embora tenha existido alguém atento a mim, em determinados momentos. Assim, processava os meus mil e um pensamentos e ideias, de mim e para mim. Travei muitas batalhas, algumas delas perdi, mas outras venci. Ninguém sabe delas todas, algumas delas são desconhecidas na totalidade. Grande parte delas. Eu, sim. Sei de cada uma delas e de como me fizeram crescer, de como me fizeram mudar. De como as derrotas me fizeram sentir ferida e de como as vitórias me me souberam a doce...
Com tudo isto, hoje há palavras que não sei dizer. Palavras que me estão no pensamento, mas que não sei verbalizar. Ou não consigo (será a expressão mais acertada). Isto requer daquelas pessoas que me rodeiam, mais paciência... Assim, é fácil perceber quando as pessoas estão, de facto, interessadas em mim ou não. Quando, de facto, estão interessadas em saber o que quero e sinto, ou não. É fácil perceber quem está disposto a enfrentar uma certa dificuldade. É fácil perceber quem está disposto a agir para conquistar. Sinto-me conquistada, mas ainda há palavras que aguardam coragem. A estranheza que pareço demonstrar perante quem facilmente verbaliza o que sente, pode desacreditar os meus actos. Sinto-me conquistada - as minhas palavras vão demonstrar, um dia. Por agora, os meus actos são tudo.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

TPM - Coisas de mulheres!

Pensei que não sofria de tal coisa... Mas descobri que sofro... e bastante! Tudo (e nada) me irrita: o que me dizem, o que fazem. Depois páro e,penso: "Então?! Esta não és tu!!" Mas, no instante seguinte, já não controlo o que seja e volto-me a sentir incomodada com um qualquer pormenor que, noutro dia, me passaria ao lado. E a dar outra resposta "torta". E a revirar os olhos de novo, em sinal de pouca paciência.
Depois, existe alguém que me diz: "Perdoo porque tens desculpa!" (Será?!!)
Fico a pensar que existe, de facto, alguém que se importa e preocupa comigo, aturando os meus desatinos parvos (e é bom, não é??). E com toneladas de paciência... Aquela que nesses dias me falta a mim... Não gosto desses dias em que quase não me aturo a mim mesma...

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Eu não gosto de gatos. E não sou a única.


E acho que temos razão.

Friday I´m In Love!






Fim-de-semana à porta e dia de aniversário da melhor Mãe do mundo!! Os Teus olhos serão sempre os Meus olhos azuis do coração! Que venham mais 60, que não serão nunca bastantes a teu lado! Feliz Aniversário!!

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Desta, gosto.


A Christina lá teve o seu momento e lá se contorceu como se estivesse a sofrer de alguma maleita. Deve ser do hábito... Fora isso... Gostei. Aprecio a simplicidade. 
A Great Big World & Christina Aguilera - Say Something.

Filmes do Facebook.

Parece que toda a gente fez o seu filme do Facebook. É muita gente. São filmes a mais. Vá, parem lá com isso. E quem ainda não fez, não necessita de o fazer. Sim?!

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

As opiniões dos outros.

Não uns "outros" como os demais. As opiniões daqueles que estão na minha vida. As opiniões daqueles que, na minha vida, os mais importantes papéis desempenham. Aqueles que eu sei que vou encontrar se os projectos falharem, aqueles que eu sei que não me vão faltar. Aqueles que eu sei que partilharão da minha felicidade, com a mesma ou maior intensidade até, se os planos se cumprirem. Aqueles cujas palavras são importantes, cujas opiniões contam e eu aprecio, levando cada uma delas em conta. É a opinião desses que não dispenso. Que procuro e que me deixam mais confortável, depois de ter tomado a decisão que tomei. A opinião deles. A dos demais não passa de mero fogo de vista. Apenas isso.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

"Geração ZigueZague"








 E agora, vou em frente, arrisco...?!
 

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Essa é a minha parte favorita.






É assim que quero que seja: uma história sem fim. Que a distância seja aquele mero pormenor incomodativo que, de vez em quando, nos faz delirar, derreter em mil e uma lamúrias e pedidos de abraços e de beijos adiados para aquele dia. Porque naquele dia os nossos olhares poderão cruzar-se vezes sem fim. Porque naquele dia, poderás ver o sorriso nos meus olhos, o sorriso nos meus lábios. Porque naquele dia, não temos que adiar o abraço, não temos que adiar o beijo, temos é que matar a saudade, ser um no outro, concretizar a nossa vontade. Sim, que a nossa história sejam uma história sem fim.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Há gente que abusa da sorte!!

Acho que estas pessoas se enquadram nesse grupo! Enquadram-se ainda noutro grupo (o das pessoas com pouca inteligência...)! Todo o vídeo é sensacional, ou não fosse de parte de um casamento... Aposto que os noivos não vão nunca esquecer este dia! Bem com os convidados... Amigos, fogo de artifício é na rua!!


A partir do 1m e 32 s a coisa melhora...

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Porque não pode cair no esquecimento: Rui Pedro.


Faz hoje 27 anos. Está desaparecido há 16 anos. Aqui tão perto, esta Mãe que não desiste, que não baixa os braços, que não se resigna, por um filho que não sabe onde está, mas que continua a esperar. Filomena. Todas as palavras serão poucas perante tamanho amor, perseverança... Pelo Rui Pedro e por todos aqueles estão desaparecidos. Que acreditemos sempre.

É mais ou menos isto...


segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Quando toda a gente escreve uns post´s em condições...

... eu estou capaz de adormecer em cima da secretária. A minha capacidade de raciocínio e imaginação estão no seu nível mais baixo, graças a umas noites de sono muito leve e curto! Quando o normal era deitar, adormecer - um pouco tarde, é certo - e dormir um sono descansado e profundo... Actualmente, as minhas noites são de um sono demasiado curto e leve, com muitos e estranhos sonhos à mistura, acordando mil e uma vezes, dando mil e uma voltas... Afinal o que aconteceu à pessoa que era capaz de dormir 12 horas seguidas?!!! E bem?!
Vá, volta, por favor....!

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Notificações das boas!!

Fui notificada, na qualidade de interessada no processo referenciado, de que foi designado o próximo dia 5 de Abril do corrente ano, pelas 22h, para a realização da Audiência de Partes, a ter lugar no Pavilhão Multiusos de Guimarães, conforme despacho que se juntou. 
Não sendo admitida representação legal, a falta será sempre injustificada e além de causar dor e tristeza, dá lugar ao pagamento três jantares (reparem no número) numa marisqueira (reparem no tipo de restaurante escolhido!)





Pelo sim, pelo não... Vou comparecer! :)

E eu que me considero uma pessoa de imaginação fértil, confesso que não me ocorreu nunca ideia igual...!

Obrigada por me fazeres sentir tão especial! ;)

Modas que não hei-de nunca entender. Ou apreciar.


Senhoras e senhores, isto é... Twerk.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Ouço um: Vai correr tudo bem!


Mas não desaparece este receio de que assim não seja e mantém-se este medo, que me provoca esta ansiedade e inquietude. Os mil e um pensamentos de quem não sabe o que esperar...

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Será bom presságio...

... quando, na primeira vez em que vamos tomar um café com uma pessoa e respectivo namorado, que acabamos de conhecer há apenas duas horas, caímos nas escadas do estabelecimento?!

E se essa pessoa e companheiro forem, respectivamente, irmã e futuro cunhado do vosso namorado....?!

Se for bom presságio... Eu devo ser uma rapariga cheiiiia de sorte!!!

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Sempre que olho para o relógio...

... as horas e minutos são em mesmo número. Hoje olhei às 09:09h e às 12.12h. Por curiosidade, procurei o significado desta situação (na net encontramos o significado de tudo!!). Ora:

09.09h - Vai receber um presente do seu amor.
12.12h - Aproximam-se alegrias. 

(Ao que parece, é sempre bom quando acontece olharmos para o relógio quando os minutos e as horas coincidem, pois que só coisas boas acontecerão!!)

Quanto a mim... Não creio que a primeira situação vá acontecer (forreta, é o que é), mas a segunda já é bem mais provável que se verifique, se o fim-de-semana correr conforme planeado!

E no fim de contas, hoje é sexta-feira!! Bom fim-de-semana!!

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

O monstro e a pessoa ideial

"Mas afinal quem é esta pessoa?
É simplesmente a construção que fizémos na nossa cabeça da pessoa ideal. É a imagem que inventámos algures pelo caminho, da pessoa que queremos para partilhar a nossa vida. Tipicamente é uma pessoa desenhada para uma relação próxima, mas há quem se especialize em fabricar dezenas de pessoas ideais, para aplicar a amigos, colegas e até estranhos. Depois de estar fabricada, esperamos genuinamente que as pessoas de carne e osso correspondam a ela...

... Por um lado é porque querermos o melhor para nós. Queremos miminhos, queremos ser gostados e tratados bem, e queremos que quem o faça seja uma pessoa fantástica. Por outro lado, queremos que a outra pessoa apague todas as nossas fraquezas. Projectamos no outro a responsabilidade de nos livrar de tudo o que nos incomoda. Queremos alguém que nos venha salvar das nossas falhas." 



Seremos assim tão egoístas ao ponto de querer que outra pessoa seja aquilo que nós queremos que ela seja, ao invés de poder ser ela própria, sem aditivos ou condicionates, sem se`s ou mas...?
Não penso nessa pessoa ideal, pelo menos, com a exigência a que o texto alude. Sei o que gosto e o que não gosto. Sei o que tolero e não tolero. E saberei o que será necessário mudar ou aceitar, com um objectivo maior: a felicidade de alguém que amemos e nos ame de verdade. Sem esse idealismo sufocante. Um amor real, bem real, com tudo o que essa condição implica.