terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Dias assim, para lá de chatos.

Em que se passa o dia no sofá, com o estômago a dar de si, depois de umas valentes voltas... Em que o tempo para se pensar no que se deve é bastante, mas para pensar no que não se deve, é demasiado. Sete dias, a contar. A esperar o melhor. Ainda a tentar perceber a volta a dar, para os dias serem diferentes, bem diferentes. As circunstâncias (necessidade e oportunidade) colocaram a milhares de distância de mim duas das pessoas mais importantes da minha vida. Gostaria de não ter de percorrer esse caminho. Creio ser bastante menos corajosa que eles e que muitos milhares que, sem qualquer oportunidade, saem deste nosso país em busca de melhor sorte. Sim,  nada corajosa.
 
 
(Imagem retirada da internet)

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