quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Importância... relativa?

"Internamente, vamos sempre travar duras batalhas. Umas mais demoradas que outras. Umas mais avassaladoras que outras. E se enfrentamos a derrota alguma vez, vamos sempre temer um reencontro perante o mundo, perante os demais, perante o espelho que reflecte a nossa imagem. Por vezes, o passado assume-se, mais do que devia, mais do que conseguimos tolerar, ignorar. Por vezes, nem se trata do nosso passado, mas o de alguém que nos acompanha, no presente. Despoleta conflitos internos, urgem receios, impera insegurança. Ainda que a certeza do querer exista, o medo de perder a batalha contra um passado que não nos pertence, pode toldar os mais simples gestos e momentos. É o anseio de querer ser o presente e o futuro, contra algo que não está nas nossas mãos."

2 comentários:

  1. "E se enfrentamos a derrota alguma vez, vamos sempre temer um reencontro perante o mundo, perante os demais, perante o espelho que reflecte a nossa imagem."

    Sem dúvida, mas há que levantar a cabeça e tentar mais e melhor :)

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  2. Sim, tentar sempre. E ao tentar, que seja por mais e melhor, acima de tudo, por nós. :)

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