No início, o medo de falhar. O medo de sonhar e de chegar a lado nenhum. O medo das expetactivas defraudadas. No início, enche-se o peito de ar, carregado de coragem. E avança-se. Tantos passos depois, poder-se-á perceber que a sensação de ter falhado começa a ser uma constante nos nossos dias. Ao adormecer, a ideia de que "amanhã vai ser melhor". No final do dia seguinte, os suspiros carregados de uma sensação de impotência perante aqueles que acreditaram em nós e a confirmação de que não foi melhor. E surge a vontade de desistir. Virar costas, seguir. De não mostrar a evidência que se carrega no olhar, de que um sonho não foi concretizado. Mas somos impelidos a não desistir já. A insistir e persistir mais um pouco, a não baixar os braços e a ainda a acreditar que, de facto, "amanhã vai ser melhor", ainda que seja apenas para acalmar a alma, um pouco. Até ao dia seguinte. Até ao momento em que essas palavras deixem de fazer sentido, por completo, soando apenas a uma ideia tonta de quem arriscou, sem sucesso algum.
Já tinha dado pela tua falta...
ResponderEliminarArriscar e não ter ser sucesso não será melhor do que não arriscar e ficar eternamente a pensar "e se..."?
Às vezes as coisas não correm como nós queríamos, mas só o facto de se tentar, sair da zona de conforto, já é uma grande vitória e uma demonstração de coragem :))
ResponderEliminarArriscar nunca é uma ideia tonta :)
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