Café, sempre. A sós ou acompanhada. Bem quente! Marcante, arrebatador, intenso. Por vezes, menos saboroso, mas assim acontece. Como tudo, na vida.
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
E o dia foi...
... cansativo. Começou com a avaria do carro. Vem reboque, vai reboque. Vai buscar carro de substituição. Ruma-se do Norte. Almoça-se tarde e a más horas. Aí vai ela, bota de biqueira de aço, capacete e colete reflector. E aí vem ela, pensam. Mas não sabem quem ela é. É engraçado observar como as pessoas, discretamente - pensam elas - tentam chegar às respostas das perguntas que não querem fazer. Caminha-se para um lado, para o outro. Tomam-se apontamentos, observa-se. Ouvem-se comentários que era suposto não se ouvirem e lê-se um "ups!!" no olhar de quem os fez.
A vida dá voltas. Surgem oportunidades, perdem-se oportunidades. Mas sim, a vida dá voltas, e com elas podemos sair derrotados, mas também podemos sair fortalecidos.
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Diz que sim.
Que amanhã é dia de rumar aos arredores de Lisboa e de levar os apetrechos.
Existirá algo mais sexy?
(imagem retirada da net)
Da saudade.
Tenho saudades. De ti e de ti. Assim o disse. Disse que vos amava, que sinto a vossa falta, que sinto saudades. As chamadas não tardaram a chegar, com um "está tudo bem?" carregado de preocupação. A estranheza de um sentimento que se sabe existir mas que, raramente, se coloca em palavras. Estava tudo bem. Quase tudo bem. As saudades são mesmo assim, uma constante, não apenas para mim, mas para todos aqueles cuja partida se tornou uma inevitabilidade em face daquilo que é o nosso país. Tornou-se um país de despedidas. Daqui, até ao Natal, do Natal até, quem sabe - com muita sorte - até Julho. Daqui... até um dia.
Sim, também tenho saudades tuas. Também sinto a tua falta. A diferença é que não partiste para outro país. Mas, de ti, nem um movimento suspeito, nem preocupação. Nem sinal. E isso, deve bastar. Tem que bastar.
sábado, 2 de novembro de 2013
Esperar.
Esperar é uma "arte" que, nem de perto, nem de longe, domino. Esperar sempre foi, para mim, um sacrifício em maior ou em menor medida, conforme espero uma palavra, um gesto, um momento ou uma pessoa. A espera pode, nem sequer, ser justa. Há palavras que, de nenhuma forma, chegam, há gestos que não acontecem, momentos que não se concretizam e pessoas que não aparecem. Mas, ainda assim sendo, tivemos a audácia de esperar. No fim, resta o reconhecimento inevitável do nosso mau hábito. Pensar receber na medida em que se dá, nas palavras, gestos...ou sentimentos. Sim, é um mau hábito. E depois fica este...vazio.
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
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