segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

A casa ainda não está cheia.

Mas falta pouco. Muito pouco! A melhor prenda deste Natal será essa mesmo... casa cheia! Todos por perto, não à distância de um telefonema (e de um aperto no peito), mas antes à distância de uns quantos passos (e de um abraço apertado!)!

(imagem retirada da internet)

A todos um Feliz Natal!

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Percebo a confiança que têm em mim quando...

.. se comenta a notícia de que perto de casa ocorreu um atropelamento, seguido da fuga do condutor, e a minha mãe diz: - " Tinhas acabado de sair de casa, até fiquei assustada!!" (Sim, saí de carro.)

Enquanto o autocarro não chega...

 
Uma olhadela em volta a ver se ninguém está a observar... E vamos lá curtir aqui o som! Não há cá bate pé, apenas... a coisa é para ser levada a sério!

Da distância.

Existem distâncias opcionais, oferecidas pela vontade. Existem distâncias que nos são impostas, pelas circunstâncias. Quanto a estas, nesse espaço que vai daqui a ali, vamos aprendendo a lidar com a ausência de quem, em palavras rápidas, se confessa chateado, se confessa cansado, se confessa bem, se confessa feliz. Confessa saudade. Vamos mitigando a ideia dos quilómetros que se impõem, numa tentativa de nos abstrairmos da passagem do tempo, na certeza de que nos veremos, um dia. Naquele dia. A data está marcada. Até lá, é como se a distância fosse diminuindo todos os dias, um pouco.