terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Dias assim, para lá de chatos.

Em que se passa o dia no sofá, com o estômago a dar de si, depois de umas valentes voltas... Em que o tempo para se pensar no que se deve é bastante, mas para pensar no que não se deve, é demasiado. Sete dias, a contar. A esperar o melhor. Ainda a tentar perceber a volta a dar, para os dias serem diferentes, bem diferentes. As circunstâncias (necessidade e oportunidade) colocaram a milhares de distância de mim duas das pessoas mais importantes da minha vida. Gostaria de não ter de percorrer esse caminho. Creio ser bastante menos corajosa que eles e que muitos milhares que, sem qualquer oportunidade, saem deste nosso país em busca de melhor sorte. Sim,  nada corajosa.
 
 
(Imagem retirada da internet)

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Vale mais estar quieta.

Sou daquelas pessoas que facilmente se afasta quando a situação se revela estranha. Não tenho por hábito mendigar atenção e os efeitos que a falta da mesma pudesse gerar, sempre foram segredo meu. Acredito que as pessoas saem da nossa vida porque assim o querem. Não acontece só porque sim. Acontece porque é disso que se tem vontade. Ou porque outros interesses se erguem e se passa para um plano tão secundário, que se parece nem existir, ainda que se conheçam essas pessoas há anos... Será disso mesmo que se trata: interesses. Desisti de tentar entender as situações e limitei-me a aceitá-las. Há quem tome partidos com base nesses interesses (que se tornam por demais evidentes). Mas isso é algo que vai muito além da minha compreensão. Isso e o conceito tão distorcido de amizade que me tem sido oferecido.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

E de momento, é só isto.

Não sou pessoa de balanços, pelo que, prefiro olhar em frente e acreditar que 2014 vai ser um ano muito bom!!
Bom ano!!