segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Será bom presságio...

... quando, na primeira vez em que vamos tomar um café com uma pessoa e respectivo namorado, que acabamos de conhecer há apenas duas horas, caímos nas escadas do estabelecimento?!

E se essa pessoa e companheiro forem, respectivamente, irmã e futuro cunhado do vosso namorado....?!

Se for bom presságio... Eu devo ser uma rapariga cheiiiia de sorte!!!

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

O monstro e a pessoa ideial

"Mas afinal quem é esta pessoa?
É simplesmente a construção que fizémos na nossa cabeça da pessoa ideal. É a imagem que inventámos algures pelo caminho, da pessoa que queremos para partilhar a nossa vida. Tipicamente é uma pessoa desenhada para uma relação próxima, mas há quem se especialize em fabricar dezenas de pessoas ideais, para aplicar a amigos, colegas e até estranhos. Depois de estar fabricada, esperamos genuinamente que as pessoas de carne e osso correspondam a ela...

... Por um lado é porque querermos o melhor para nós. Queremos miminhos, queremos ser gostados e tratados bem, e queremos que quem o faça seja uma pessoa fantástica. Por outro lado, queremos que a outra pessoa apague todas as nossas fraquezas. Projectamos no outro a responsabilidade de nos livrar de tudo o que nos incomoda. Queremos alguém que nos venha salvar das nossas falhas." 



Seremos assim tão egoístas ao ponto de querer que outra pessoa seja aquilo que nós queremos que ela seja, ao invés de poder ser ela própria, sem aditivos ou condicionates, sem se`s ou mas...?
Não penso nessa pessoa ideal, pelo menos, com a exigência a que o texto alude. Sei o que gosto e o que não gosto. Sei o que tolero e não tolero. E saberei o que será necessário mudar ou aceitar, com um objectivo maior: a felicidade de alguém que amemos e nos ame de verdade. Sem esse idealismo sufocante. Um amor real, bem real, com tudo o que essa condição implica.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Dias assim, para lá de chatos.

Em que se passa o dia no sofá, com o estômago a dar de si, depois de umas valentes voltas... Em que o tempo para se pensar no que se deve é bastante, mas para pensar no que não se deve, é demasiado. Sete dias, a contar. A esperar o melhor. Ainda a tentar perceber a volta a dar, para os dias serem diferentes, bem diferentes. As circunstâncias (necessidade e oportunidade) colocaram a milhares de distância de mim duas das pessoas mais importantes da minha vida. Gostaria de não ter de percorrer esse caminho. Creio ser bastante menos corajosa que eles e que muitos milhares que, sem qualquer oportunidade, saem deste nosso país em busca de melhor sorte. Sim,  nada corajosa.
 
 
(Imagem retirada da internet)

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014