quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Essa é a minha parte favorita.






É assim que quero que seja: uma história sem fim. Que a distância seja aquele mero pormenor incomodativo que, de vez em quando, nos faz delirar, derreter em mil e uma lamúrias e pedidos de abraços e de beijos adiados para aquele dia. Porque naquele dia os nossos olhares poderão cruzar-se vezes sem fim. Porque naquele dia, poderás ver o sorriso nos meus olhos, o sorriso nos meus lábios. Porque naquele dia, não temos que adiar o abraço, não temos que adiar o beijo, temos é que matar a saudade, ser um no outro, concretizar a nossa vontade. Sim, que a nossa história sejam uma história sem fim.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Quando toda a gente escreve uns post´s em condições...

... eu estou capaz de adormecer em cima da secretária. A minha capacidade de raciocínio e imaginação estão no seu nível mais baixo, graças a umas noites de sono muito leve e curto! Quando o normal era deitar, adormecer - um pouco tarde, é certo - e dormir um sono descansado e profundo... Actualmente, as minhas noites são de um sono demasiado curto e leve, com muitos e estranhos sonhos à mistura, acordando mil e uma vezes, dando mil e uma voltas... Afinal o que aconteceu à pessoa que era capaz de dormir 12 horas seguidas?!!! E bem?!
Vá, volta, por favor....!

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Notificações das boas!!

Fui notificada, na qualidade de interessada no processo referenciado, de que foi designado o próximo dia 5 de Abril do corrente ano, pelas 22h, para a realização da Audiência de Partes, a ter lugar no Pavilhão Multiusos de Guimarães, conforme despacho que se juntou. 
Não sendo admitida representação legal, a falta será sempre injustificada e além de causar dor e tristeza, dá lugar ao pagamento três jantares (reparem no número) numa marisqueira (reparem no tipo de restaurante escolhido!)





Pelo sim, pelo não... Vou comparecer! :)

E eu que me considero uma pessoa de imaginação fértil, confesso que não me ocorreu nunca ideia igual...!

Obrigada por me fazeres sentir tão especial! ;)

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Ouço um: Vai correr tudo bem!


Mas não desaparece este receio de que assim não seja e mantém-se este medo, que me provoca esta ansiedade e inquietude. Os mil e um pensamentos de quem não sabe o que esperar...

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Será bom presságio...

... quando, na primeira vez em que vamos tomar um café com uma pessoa e respectivo namorado, que acabamos de conhecer há apenas duas horas, caímos nas escadas do estabelecimento?!

E se essa pessoa e companheiro forem, respectivamente, irmã e futuro cunhado do vosso namorado....?!

Se for bom presságio... Eu devo ser uma rapariga cheiiiia de sorte!!!

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

O monstro e a pessoa ideial

"Mas afinal quem é esta pessoa?
É simplesmente a construção que fizémos na nossa cabeça da pessoa ideal. É a imagem que inventámos algures pelo caminho, da pessoa que queremos para partilhar a nossa vida. Tipicamente é uma pessoa desenhada para uma relação próxima, mas há quem se especialize em fabricar dezenas de pessoas ideais, para aplicar a amigos, colegas e até estranhos. Depois de estar fabricada, esperamos genuinamente que as pessoas de carne e osso correspondam a ela...

... Por um lado é porque querermos o melhor para nós. Queremos miminhos, queremos ser gostados e tratados bem, e queremos que quem o faça seja uma pessoa fantástica. Por outro lado, queremos que a outra pessoa apague todas as nossas fraquezas. Projectamos no outro a responsabilidade de nos livrar de tudo o que nos incomoda. Queremos alguém que nos venha salvar das nossas falhas." 



Seremos assim tão egoístas ao ponto de querer que outra pessoa seja aquilo que nós queremos que ela seja, ao invés de poder ser ela própria, sem aditivos ou condicionates, sem se`s ou mas...?
Não penso nessa pessoa ideal, pelo menos, com a exigência a que o texto alude. Sei o que gosto e o que não gosto. Sei o que tolero e não tolero. E saberei o que será necessário mudar ou aceitar, com um objectivo maior: a felicidade de alguém que amemos e nos ame de verdade. Sem esse idealismo sufocante. Um amor real, bem real, com tudo o que essa condição implica.