Café, sempre. A sós ou acompanhada. Bem quente! Marcante, arrebatador, intenso. Por vezes, menos saboroso, mas assim acontece. Como tudo, na vida.
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Convites bons...!
Acabo de ser convidada para o casamento de uma amiga que estudou comigo. Açoreana! E o casamento será nos Açores, lá na sua ilha! Tão bom perceber que as pessoas não se esquecem de nós, mesmo após alguns anos. Tão bom perceber que há pessoas assim, que valem a pena. Sempre valeu! E esta convite para estar presente nesse dia que será, para ela, tão importante, é a prova disso mesmo!
Ver o mundo. E tudo o resto. Ou não ver bem, vah...
É mais ou menos assim que eu vejo o mundo... Mas, a minha armação é mil vezes mais bonita que as das imagens! E sim, ver mal é mesmo triiiiste! Além de não ver tudo o que quero, o que vejo, vejo mal!
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Importância... relativa?
"Internamente, vamos sempre travar duras batalhas. Umas mais demoradas que outras. Umas mais avassaladoras que outras. E se enfrentamos a derrota alguma vez, vamos sempre temer um reencontro perante o mundo, perante os demais, perante o espelho que reflecte a nossa imagem. Por vezes, o passado assume-se, mais do que devia, mais do que conseguimos tolerar, ignorar. Por vezes, nem se trata do nosso passado, mas o de alguém que nos acompanha, no presente. Despoleta conflitos internos, urgem receios, impera insegurança. Ainda que a certeza do querer exista, o medo de perder a batalha contra um passado que não nos pertence, pode toldar os mais simples gestos e momentos. É o anseio de querer ser o presente e o futuro, contra algo que não está nas nossas mãos."
Roubado a alguém do maravilhoso mundo que é o Facebook.
Diferenças de vocabulário entre Lisboa e Porto:
(L: Lisboa / P: Porto)
L: Não tenho certeza se vai ser possível!
P: Nem que te fodas!
L: A sério? É incrível! Diria mesmo impressionante!
P: Puta que pariu! Puta que pariu!
L: Claro que isso não me preocupa!
P: Caguei e andei!
L: Eu não estava envolvido nesse projecto!
P: Mas o que é que eu tenho a ver com essa merda?
L: Interessante!
P: Foda-se!
L: Será difícil concretizar a tarefa no tempo estipulado!
P: Não vai dar nem que me foda todo!
L: Precisamos melhorar a comunicação interna!
P: Não há nenhum corno que me responda?
L: Talvez eu possa trabalhar até mais tarde!
P: E no cu? Não queres levar no cu também?
L: Finalmente reconheceram a tua competência!
P: Foste ao cu a quem?
L: A gerência não ficou satisfeita com o resultado do trabalho!
P: Bando de filhos da puta!
L: Por favor, refaça o trabalho!
P: Enfia essa merda no cu!
L: Que pena. Teremos outra não conformidade!
P: Caralho! Vai sair cagada outra vez!
L: Vamos negociar o projecto com mais determinação!
P: Vou enfiar isto pela goela abaixo desses filhos da puta!
L: Desculpe, penso que não vai sair bem!
P: Eu sabia que ia dar merda!
L: Os índices de produtividade da empresa estão a apresentar uma queda significativa!
P: Agora, foda-se, tá tudo fodido
Mais directos, é impossível!! Algumas delas são assim um pouco para o forte... Mas havendo confiança, a coisa nem será assim muito diferente!
"Treinador de bombistas suicidas explode alunos por engano"
É o título da notícia que se pode ler aqui. Nunca me passaria pela cabeça que existissem treinadores para bombistas, mas também não me passa pela cabeça que alguém que se faz explodir com a intenção de matar o maior número de pessoas, em prol de um qualquer Deus, esteja no uso pleno de todas as suas capacidades. Quanto ao treinador - professor - se disse que só o demonstrava uma vez, é um homem de palavra!
- Atenção meninos que eu só vou fazer isto uma vez! Booooooommmmm!!!
Oh pah... Temos pena.
Morreram 22 alunos, 15 ficaram feridos e foram detidos. Descobriram-se armazéns com armas e explosivos. Sem querer, este treinador fez algo de útil! Talvez se esqueça a sua pequena falha e tenha direito às suas virgens. Talvez!
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
As palavras que não sei dizer.
Tenho uma tendência (má, dizem) para manter as palavras e ideias comigo. Na minha cabeça. Quando algo acontece, processo tudo em silêncio. No meu silêncio. Aprendi (ainda que por força das circunstâncias) a ser independente, aprendi a não contar com ninguém, além de mim, embora tenha existido alguém atento a mim, em determinados momentos. Assim, processava os meus mil e um pensamentos e ideias, de mim e para mim. Travei muitas batalhas, algumas delas perdi, mas outras venci. Ninguém sabe delas todas, algumas delas são desconhecidas na totalidade. Grande parte delas. Eu, sim. Sei de cada uma delas e de como me fizeram crescer, de como me fizeram mudar. De como as derrotas me fizeram sentir ferida e de como as vitórias me me souberam a doce...
Com tudo isto, hoje há palavras que não sei dizer. Palavras que me estão no pensamento, mas que não sei verbalizar. Ou não consigo (será a expressão mais acertada). Isto requer daquelas pessoas que me rodeiam, mais paciência... Assim, é fácil perceber quando as pessoas estão, de facto, interessadas em mim ou não. Quando, de facto, estão interessadas em saber o que quero e sinto, ou não. É fácil perceber quem está disposto a enfrentar uma certa dificuldade. É fácil perceber quem está disposto a agir para conquistar. Sinto-me conquistada, mas ainda há palavras que aguardam coragem. A estranheza que pareço demonstrar perante quem facilmente verbaliza o que sente, pode desacreditar os meus actos. Sinto-me conquistada - as minhas palavras vão demonstrar, um dia. Por agora, os meus actos são tudo.
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