quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Antigamente, era assim.

 
Gosto, especialmente, da parte em que diz que a devolução do cartão intacto, dará uma esperança. Espero, no entanto, que o canto direito tenha sido dobrado e que os protestos de amor tenham sido aceites.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Um questão de prioridades. Ou de humor. Ou de romantismo.


Reconheço que era capaz de colocar as coisas desta forma....! Não abdico do humor, seja na relação com a família, com os amigos ou com namorado. E também ando sempre com fome, é verdade...
Por outro lado, sempre me considerei uma pessoa romântica. Sempre tentei ser o mais original possível nos momentos mais e menos esperados. Gosto de surpresas. Gosto de supreender, tal como gosto de ser surpreendida. Gosto da atenção aos pequenos pormenores e creio que isso pode fazer toda a diferença. Sentirmo-nos importantes, relevantes para alguém e sentirmos que esse alguem está atento a nós, de facto, não sendo apenas um corpo presente. Pode fazer toda a diferença. Rectifico, faz toda a diferença.
 
 

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Convites bons...!

Acabo de ser convidada para o casamento de uma amiga que estudou comigo. Açoreana! E o casamento será nos Açores, lá na sua ilha! Tão bom perceber que as pessoas não se esquecem de nós, mesmo após alguns anos. Tão bom perceber que há pessoas assim, que valem a pena. Sempre valeu! E esta convite para estar presente nesse dia que será, para ela, tão importante, é a prova disso mesmo!

Ver o mundo. E tudo o resto. Ou não ver bem, vah...






É mais ou menos assim que eu vejo o mundo...  Mas, a minha armação é mil vezes mais bonita que as das imagens! E sim, ver mal é mesmo triiiiste! Além de não ver tudo o que quero, o que vejo, vejo mal!

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Importância... relativa?

"Internamente, vamos sempre travar duras batalhas. Umas mais demoradas que outras. Umas mais avassaladoras que outras. E se enfrentamos a derrota alguma vez, vamos sempre temer um reencontro perante o mundo, perante os demais, perante o espelho que reflecte a nossa imagem. Por vezes, o passado assume-se, mais do que devia, mais do que conseguimos tolerar, ignorar. Por vezes, nem se trata do nosso passado, mas o de alguém que nos acompanha, no presente. Despoleta conflitos internos, urgem receios, impera insegurança. Ainda que a certeza do querer exista, o medo de perder a batalha contra um passado que não nos pertence, pode toldar os mais simples gestos e momentos. É o anseio de querer ser o presente e o futuro, contra algo que não está nas nossas mãos."