sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Tenho um grave problema.


E a verdade, reconheço, é que pouco tenho feito para o resolver. Abstenho-me de pensar na mensagem que surge depois, quando prato fica vazio (e, ainda assim eu, satisfeita). Sei que com muita força de vontade se pode contrariar ou controlar essa vontade de devorar doces, salgados e afins. Mas é a força de vontade a contrariar a fome e vontade de comer. Geralmente, por estes lados, a primeira perde. Fosse eu uma pessoa cuja tendência fosse a de engordar facilmente, já tinha virado bola. E ainda que redondo seja uma forma, não fará nunca de nós uma pessoa em forma.

Como quem fica mais perto.

Quando era pequena,  para adormecer o meu Pai coçava-me as costas. Sentava-se na beira da cama e coçava, assim ao de leve. Ficava com uma moleza enorme e lá adormecia. Hoje, dou comigo a, de vez em quando, lavar o cabelo com o shampoo da minha Mãe para, durante o dia, sentir o cheiro deste. O cheiro da minha Mãe. Considero isto pequenas preciosidades: o que o meu Pai fazia para adormecer e o cheiro daquele shampoo que nunca vou deixar de associar à minha Mãe. Tenho mais. Muitas mais. E assim, a certeza de que são ambos o que de melhor tenho nesta vida.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Um sonho estranho é...

... quando se vai a uma loja de roupa, tipo Zara, se vem embora com um vestido de noiva e se vai para a discoteca com ele, acompanhada de uma amiga. O vestido, que fica apenas pelos tornozelos, é combinado com um xaile, daqueles tipo à avózinha e, segundo o que dissemos à nossa mãe, custou a módica quantia de cinco euros. Eu que sou mulher de conseguir boas oportunidades quando de compra de vestuário se trata, não podia deixar de perder esta oportunidade. Contudo, a minha mãe não lhe achou grande piada, dizendo mesmo que era feio. Nesse momento, olhei para ele e pensei o mesmo.
Este sim, foi um sonho estranho. Mas vou estar atenta, dada a minha dificuldade em escolher roupa adequada à disconights actuais, talvez o vestido de noiva seja boa opção. Será um sinal?

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Como nós nos vemos. Como os outros nos vêm.


Porque a forma como nos vemos, nem sempre é a forma como os outros nos vêm. Porque a forma como nos descrevemos, nem sempre vai ao encontro da descrição dos demais, que passam olham, observam, não julgam, apenas miram. Os contornos, as características que dão nas vistas, os pormenores que nem sempre passam despercebidos, e que estão, efectivamente, lá. Porque o que vemos ao espelho, reflectido na nossa cabeça, nem sempre é o que os outros encontram perante si. É de menos, somos melhores, dizem. Felizmente. 
O vídeo já não é recente, mas será sempre actual.

Hoje a caminho do escritório, o sol brilhava.

E ainda brilha, por incrível que pareça! Assim, quando me foi sugerido que desse a uma vista de olhos a uma página de bikinis, nem me pareceu mau, embalada pela ideia de um solinho bom... 






Mas bem que posso correr, saltar e fazer todo o exercicio possível e imaginário, que nunca vou chegar àquela cinturinha. De igual modo, bem posso aplicar toneladas de cremes e fazer mil e um tratamentos, que vai ser difícil ter uma pele com aspecto de manequim, como a dela.
Fiquei triste como a noite!!!
Mas, pensando bem... Será que me basta tirar umas fotos e aplicar aí um photoshop manhoso para ficar com este resultado tão natural, tão aprazível à vista?!!

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

E assim, de vez em quando...

... está cá aquele desânimo. A incerteza leva a melhor, em determinados momentos. Ser positiva, pensar positivo, custa muito, em certas alturas.

Esta coisa das insónias...

... tem muito mais piada quando não se está sozinha no quarto, na cama. Ohh, se tem!

Bom dia!