segunda-feira, 17 de março de 2014

Pois que seja.

Acordei a sentir-me ansiosa. Acordei com um aperto no peito. Vou pegar neste 1% e acreditar nele. Lutar por ele. Dar o melhor de mim. 


Já agora, boa semana!!!

quinta-feira, 6 de março de 2014

É oficial.


Amanhã é o meu último dia aqui neste estaminé onde me encontro. Por força das circunstâncias, aprendi que nem sempre podemos fazer o que gostamos, que outros aspectos são mais relevantes. Hoje em dia, é uma sorte podermos fazer algo, trabalhar, goste-se ou não do que se faz. Assumir que não somos capazes de desempenhar algo, é que não. Tudo se aprende, com mais ou menos esforço. É certo que também depende muito das pessoas que nos rodeiam mas eu, felizmente, tenho encontreo aqui pessoas que sempre me ajudaram muito com a melhor das vontades. De igual forma, o nosso perfil pode não se adequar a determinadas funções, mas o que fazer quando não existem outras alternativas? Seguir pelo caminho que está perante nós, parece-me ser o correcto. Não o negar, principalmente, a nós mesmos.
Dia 10 vai ter início uma nova etapa. Uma etapa muito importante, aquela em que vai acontecer tudo ou não vai acontecer nada. Espero que aconteça tudo! Gostaria de integrar uma estatística bem mais positiva. É para isso que vou trabalhar, para que o projecto funcione, para que o acreditar daqueles que se encontram a meu lado ainda antes do início oficial do percurso, faça sentido. Para que sintam que valeu a pena, para que se sintam orgulhosos. Para que eu me sinta orgulhosa! 
Sempre fui bastante cautelosa, sempre optei por correr o risco menor... Muitas vezes duvidei de mim e das minhas capacidade. Desta vez, a cautela vai existir, de igual forma. O risco, esse... será bem maior. Talvez volte a duvidar de mim, uma e outra vez... poderei com essa dúvida, perder tempo. Mas, contrariando-a, ganharei força. Mais força.
Hoje não estou mãos largas, não vou oferecer nada... mas, desejem-me sorte!

quarta-feira, 5 de março de 2014

Ofereço...

... dor de cabeça, garganta e constipação. Ofereço ainda uma dor de costas. De igual modo, um nariz vermelhão e olhos semelhantes aos de alguém que já não dorme há uns dias... E a capacidade de chorar, de um momento para o outro... a acompanhar séries de 6 espirros seguidos. Enfim, sou uma querida...

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Tenho um grave problema.


E a verdade, reconheço, é que pouco tenho feito para o resolver. Abstenho-me de pensar na mensagem que surge depois, quando prato fica vazio (e, ainda assim eu, satisfeita). Sei que com muita força de vontade se pode contrariar ou controlar essa vontade de devorar doces, salgados e afins. Mas é a força de vontade a contrariar a fome e vontade de comer. Geralmente, por estes lados, a primeira perde. Fosse eu uma pessoa cuja tendência fosse a de engordar facilmente, já tinha virado bola. E ainda que redondo seja uma forma, não fará nunca de nós uma pessoa em forma.

Como quem fica mais perto.

Quando era pequena,  para adormecer o meu Pai coçava-me as costas. Sentava-se na beira da cama e coçava, assim ao de leve. Ficava com uma moleza enorme e lá adormecia. Hoje, dou comigo a, de vez em quando, lavar o cabelo com o shampoo da minha Mãe para, durante o dia, sentir o cheiro deste. O cheiro da minha Mãe. Considero isto pequenas preciosidades: o que o meu Pai fazia para adormecer e o cheiro daquele shampoo que nunca vou deixar de associar à minha Mãe. Tenho mais. Muitas mais. E assim, a certeza de que são ambos o que de melhor tenho nesta vida.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Um sonho estranho é...

... quando se vai a uma loja de roupa, tipo Zara, se vem embora com um vestido de noiva e se vai para a discoteca com ele, acompanhada de uma amiga. O vestido, que fica apenas pelos tornozelos, é combinado com um xaile, daqueles tipo à avózinha e, segundo o que dissemos à nossa mãe, custou a módica quantia de cinco euros. Eu que sou mulher de conseguir boas oportunidades quando de compra de vestuário se trata, não podia deixar de perder esta oportunidade. Contudo, a minha mãe não lhe achou grande piada, dizendo mesmo que era feio. Nesse momento, olhei para ele e pensei o mesmo.
Este sim, foi um sonho estranho. Mas vou estar atenta, dada a minha dificuldade em escolher roupa adequada à disconights actuais, talvez o vestido de noiva seja boa opção. Será um sinal?

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

E assim, de vez em quando...

... está cá aquele desânimo. A incerteza leva a melhor, em determinados momentos. Ser positiva, pensar positivo, custa muito, em certas alturas.