sexta-feira, 28 de março de 2014

Não tem como não confundir!!

A minha mãe sempre me disse que eu era uma pessoa estranha, como que em jeito de observação, dada a escassa informação que esta possuía sobre aquilo que eu sentia ou deixava de sentir. Sobre a minha intimidade e sobre a minha vida. De tal forma que, quando lhe disse que tinha um namorado e que o conheceria em breve, até os olhos sorriram. Reconheço que sempre fui um pouco fechada, partilhar não é algo que faça com facilidade, falar sobre as coisas, também não. Nunca gostei de me expôr ou de expôr o que sentia. É por estas, e por outras, que me faz uma confusão imensa pessoas que mudam de amor e de namorada como quem muda de camisola. Mais confusão ainda, quando apregoam esse amor aos quatro ventos (amor diferente do da semana passada) e quando comentam "casa-te comigo de uma vez!" (ah e tal, conhecem-se há duas semanas), quando não se pode abrir a página do FB, porque esta está carregada de publicações fofinhas e promessas de amor eterno, daquelas duas pessoas. Confesso, é coisa para me irritar, pois que não percebem que começa a roçar o rídiculo de tantas as vezes que o vimos já acontecer... E sim, elas sabem umas das outras e de como os sentimentos daquele rapaz mudam rápido... Agora, quando algum convite lhe é feito, é para ele e para a namorada, seja ela quem for. Pelo menos, num aspecto, ele tende a ser mais ou menos coerente! Já lhe conheci, no espaço de cerca de 5 meses, 4 namoradas, e três delas tinham o mesmo nome. Diminui em muito a probabilidade de confundirmos o nome dela com a namorada da semana passada. Ou a de há três semanas. 
Esta juventude...

quarta-feira, 26 de março de 2014

Mandarem-me calar ainda antes de ter falado sequer...

... é coisa para me deixar mal-disposta. Mais que isso, é coisa para me deixar com vontade de comer tudo o que vir exposto nas bancadas da padaria do andar de baixo onde, beber apenas um café, é um verdadeiro desafio.
Mandarem-me calar, quando a intenção era apenas uma: ajudar. Ajudar a mudar, sabendo que, de facto, pode ser diferente. E estar na disposição de ajudar a essa mudança. 
Há dias em que me sinto sensível demais. E eu não acho piada a isso, não gosto de me sentir vulnerável (não me parece que alguém goste...). Geralmente, esses são os dias em que, por um motivou ou por outro, mais sinto a falta daqueles que estão longe de mim. São aqueles dias em que acho que tudo seria bem mais fácil com eles aqui, do meu lado. Mais fácil para mim, mais fácil para os meus pais. Em boa verdade, todos os dias acho isso, por isso, será mais correcto dizer que são aqueles dias em que a revolta por um país que não oferece oportunidades aos seus, fala mais alto.
Se há elemento que dispensava na equação, é a distância. A inevitabilidade de adiar as palavras. A inevitabilidade de adiar os abraços.

segunda-feira, 24 de março de 2014

Tudo de bom.

Segunda-feira. Chuva e mais chuva. Frio e mais frio. Inspiração ou ideias para um post em condições? Nenhuma... Talvez seja do tempo, das botas que tive que voltar a calçar, do lenço que tive que usar para proteger o pescoço. 
Quanto ao fim-de-semana.... O sábado foi de jantar demorado, tal como gosto. O vinho, bom. A cerveja, estava fresquinha. Eu adormeci antes dele: foi a primeira vez, acho que ficou orgulhoso (mas o mérito foi do álcool, embora não lhe tenha dito, para não estragar tamanha alegria).
Conheci a Mãe (aquela de quem me passaram a noite a falar, passando a ideia de que ela era assim qualquer coisa de temível!). A verdade é que, a primeira coisa que me perguntou foi: "Então, falaram-lhe muito aqui da peste da I.?" Obviamente... respondi que não. Acho que correu bem. Um amigo e no namorado da irmã presentes no almoço, levou a que a coisa fosse mais fácil.
Fiquei feliz por o ver feliz. Fiquei feliz por saber que contribuí para essa felicidade. Diverti-me ao vê-lo mais nervoso que eu, até. 

E quero muiiiito que esteja sol no próximo fim-de-semana...! Se alguém souber o contacto do S.Pedro, avise por favor.

quarta-feira, 19 de março de 2014

Tartarugas. Rambóia.


Tartarugas. 
Rambóia. 
Sons estranhos. 
Até os bichinhos gostam!
Não creio que este som engane alguém... Consoladinha a tartaruguinha!

terça-feira, 18 de março de 2014

Ejacular a longas distâncias e saber andar de patins.

 
Uma vez que o espectáculo é apenas em Setembro de 2014, ainda há tempo para que aqueles que se queiram candidatar, possam treinar afim de preencherem os requisitos essenciais. Tendo em conta estes últimos, confesso que não consigo imaginar o espéctaculo...

segunda-feira, 17 de março de 2014

Pois que seja.

Acordei a sentir-me ansiosa. Acordei com um aperto no peito. Vou pegar neste 1% e acreditar nele. Lutar por ele. Dar o melhor de mim. 


Já agora, boa semana!!!

quinta-feira, 6 de março de 2014

É oficial.


Amanhã é o meu último dia aqui neste estaminé onde me encontro. Por força das circunstâncias, aprendi que nem sempre podemos fazer o que gostamos, que outros aspectos são mais relevantes. Hoje em dia, é uma sorte podermos fazer algo, trabalhar, goste-se ou não do que se faz. Assumir que não somos capazes de desempenhar algo, é que não. Tudo se aprende, com mais ou menos esforço. É certo que também depende muito das pessoas que nos rodeiam mas eu, felizmente, tenho encontreo aqui pessoas que sempre me ajudaram muito com a melhor das vontades. De igual forma, o nosso perfil pode não se adequar a determinadas funções, mas o que fazer quando não existem outras alternativas? Seguir pelo caminho que está perante nós, parece-me ser o correcto. Não o negar, principalmente, a nós mesmos.
Dia 10 vai ter início uma nova etapa. Uma etapa muito importante, aquela em que vai acontecer tudo ou não vai acontecer nada. Espero que aconteça tudo! Gostaria de integrar uma estatística bem mais positiva. É para isso que vou trabalhar, para que o projecto funcione, para que o acreditar daqueles que se encontram a meu lado ainda antes do início oficial do percurso, faça sentido. Para que sintam que valeu a pena, para que se sintam orgulhosos. Para que eu me sinta orgulhosa! 
Sempre fui bastante cautelosa, sempre optei por correr o risco menor... Muitas vezes duvidei de mim e das minhas capacidade. Desta vez, a cautela vai existir, de igual forma. O risco, esse... será bem maior. Talvez volte a duvidar de mim, uma e outra vez... poderei com essa dúvida, perder tempo. Mas, contrariando-a, ganharei força. Mais força.
Hoje não estou mãos largas, não vou oferecer nada... mas, desejem-me sorte!