... lá fora, a chuva continua a cair (para não variar).
As obras continuam nos acessos ao estaminé, portanto, barulho de máquinas e ferramentas o dia todo.
Hoje é sexta-feira.
Amanhã é dia de, finalmente, lhe pôr a vista e as mãos em cima! (Eu e as distâncias....)
Amanhã é dia de Ana Carolina.
Domingo é dia de chegada da irmã (e da ervilhiiiiiinha!!!)
Um dia movimentado por estes lados e eu facilmente esquecia a chuva e o barulho (mas, quem disse que ia ser fácil?!). Ainda assim, agradam-me bastante os planos e as pessoas que estão para chegar. Contudo, assim que penso na chegada penso, na inevitável partida. Mas apenas as coisas boas importam. Pelo menos, assim se tenta!
Que o vosso fim-de-semana prometa ser tão bom ou melhor que o meu! E que o seja, de facto!
Bom fim-de-semana!
Café, sempre. A sós ou acompanhada. Bem quente! Marcante, arrebatador, intenso. Por vezes, menos saboroso, mas assim acontece. Como tudo, na vida.
sexta-feira, 4 de abril de 2014
sexta-feira, 28 de março de 2014
Não tem como não confundir!!
A minha mãe sempre me disse que eu era uma pessoa estranha, como que em jeito de observação, dada a escassa informação que esta possuía sobre aquilo que eu sentia ou deixava de sentir. Sobre a minha intimidade e sobre a minha vida. De tal forma que, quando lhe disse que tinha um namorado e que o conheceria em breve, até os olhos sorriram. Reconheço que sempre fui um pouco fechada, partilhar não é algo que faça com facilidade, falar sobre as coisas, também não. Nunca gostei de me expôr ou de expôr o que sentia. É por estas, e por outras, que me faz uma confusão imensa pessoas que mudam de amor e de namorada como quem muda de camisola. Mais confusão ainda, quando apregoam esse amor aos quatro ventos (amor diferente do da semana passada) e quando comentam "casa-te comigo de uma vez!" (ah e tal, conhecem-se há duas semanas), quando não se pode abrir a página do FB, porque esta está carregada de publicações fofinhas e promessas de amor eterno, daquelas duas pessoas. Confesso, é coisa para me irritar, pois que não percebem que começa a roçar o rídiculo de tantas as vezes que o vimos já acontecer... E sim, elas sabem umas das outras e de como os sentimentos daquele rapaz mudam rápido... Agora, quando algum convite lhe é feito, é para ele e para a namorada, seja ela quem for. Pelo menos, num aspecto, ele tende a ser mais ou menos coerente! Já lhe conheci, no espaço de cerca de 5 meses, 4 namoradas, e três delas tinham o mesmo nome. Diminui em muito a probabilidade de confundirmos o nome dela com a namorada da semana passada. Ou a de há três semanas.
Esta juventude...
quarta-feira, 26 de março de 2014
Mandarem-me calar ainda antes de ter falado sequer...
... é coisa para me deixar mal-disposta. Mais que isso, é coisa para me deixar com vontade de comer tudo o que vir exposto nas bancadas da padaria do andar de baixo onde, beber apenas um café, é um verdadeiro desafio.
Mandarem-me calar, quando a intenção era apenas uma: ajudar. Ajudar a mudar, sabendo que, de facto, pode ser diferente. E estar na disposição de ajudar a essa mudança.
Há dias em que me sinto sensível demais. E eu não acho piada a isso, não gosto de me sentir vulnerável (não me parece que alguém goste...). Geralmente, esses são os dias em que, por um motivou ou por outro, mais sinto a falta daqueles que estão longe de mim. São aqueles dias em que acho que tudo seria bem mais fácil com eles aqui, do meu lado. Mais fácil para mim, mais fácil para os meus pais. Em boa verdade, todos os dias acho isso, por isso, será mais correcto dizer que são aqueles dias em que a revolta por um país que não oferece oportunidades aos seus, fala mais alto.
Se há elemento que dispensava na equação, é a distância. A inevitabilidade de adiar as palavras. A inevitabilidade de adiar os abraços.
segunda-feira, 24 de março de 2014
Tudo de bom.
Segunda-feira. Chuva e mais chuva. Frio e mais frio. Inspiração ou ideias para um post em condições? Nenhuma... Talvez seja do tempo, das botas que tive que voltar a calçar, do lenço que tive que usar para proteger o pescoço.
Quanto ao fim-de-semana.... O sábado foi de jantar demorado, tal como gosto. O vinho, bom. A cerveja, estava fresquinha. Eu adormeci antes dele: foi a primeira vez, acho que ficou orgulhoso (mas o mérito foi do álcool, embora não lhe tenha dito, para não estragar tamanha alegria).
Conheci a Mãe (aquela de quem me passaram a noite a falar, passando a ideia de que ela era assim qualquer coisa de temível!). A verdade é que, a primeira coisa que me perguntou foi: "Então, falaram-lhe muito aqui da peste da I.?" Obviamente... respondi que não. Acho que correu bem. Um amigo e no namorado da irmã presentes no almoço, levou a que a coisa fosse mais fácil.
Fiquei feliz por o ver feliz. Fiquei feliz por saber que contribuí para essa felicidade. Diverti-me ao vê-lo mais nervoso que eu, até.
E quero muiiiito que esteja sol no próximo fim-de-semana...! Se alguém souber o contacto do S.Pedro, avise por favor.
quarta-feira, 19 de março de 2014
Tartarugas. Rambóia.
Tartarugas.
Rambóia.
Sons estranhos.
Até os bichinhos gostam!
Não creio que este som engane alguém... Consoladinha a tartaruguinha!
terça-feira, 18 de março de 2014
Ejacular a longas distâncias e saber andar de patins.
Uma vez que o espectáculo é apenas em Setembro de 2014, ainda há tempo para que aqueles que se queiram candidatar, possam treinar afim de preencherem os requisitos essenciais. Tendo em conta estes últimos, confesso que não consigo imaginar o espéctaculo...
segunda-feira, 17 de março de 2014
Pois que seja.
Acordei a sentir-me ansiosa. Acordei com um aperto no peito. Vou pegar neste 1% e acreditar nele. Lutar por ele. Dar o melhor de mim.
Já agora, boa semana!!!
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